Investigação sobre a Morte de Detenta em Presídio do Amapá é Anunciada pelo Iapen

O Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) anunciou a abertura de uma sindicância para investigar a morte de uma detenta, que ocorreu na noite de sábado (27) na penitenciária feminina de Macapá. A mulher faleceu em decorrência de um choque elétrico enquanto tentava realizar uma fuga.
Circunstâncias da Morte
Segundo informações fornecidas pela administração penitenciária, a detenta se infiltrou em uma área restrita da subestação elétrica do presídio. Durante a tentativa de se esconder, ela entrou em contato com uma estrutura energizada e sofreu o choque. As equipes de plantão foram acionadas para prestar socorro, mas, infelizmente, ela não sobreviveu aos ferimentos.
Ações das Autoridades
Após o incidente, as polícias Científica e Civil foram convocadas para realizar a perícia no local e proceder com a retirada do corpo. O Iapen informou que a Corregedoria será responsável por apurar todas as circunstâncias que cercam a morte da detenta, além de identificar possíveis responsabilidades. A administração do presídio já entrou em contato com os familiares da vítima para informá-los sobre a tragédia.
Histórico de Mortes no Presídio
Este não é o primeiro caso de morte registrado no Iapen. Em junho, duas mortes de detentos foram relatadas após os homens apresentarem sintomas de mal-estar. Os presos, que se encontravam em pavilhões distintos, foram atendidos, mas não resistiram e faleceram. Em resposta, a administração do presídio isolou as celas onde os detentos estavam e remanejou outros presos para garantir a segurança e a transparência nas investigações.
Próximos Passos e Medidas Preventivas
Enquanto aguarda os resultados do laudo pericial e das investigações em andamento, o Iapen reitera seu compromisso com a segurança e a integridade dos detentos. A administração busca implementar medidas que evitem incidentes semelhantes no futuro, além de assegurar que os direitos dos presos sejam respeitados.
A situação continua a ser monitorada e mais informações devem ser divulgadas à medida que as investigações avançam, refletindo a necessidade de maior fiscalização e segurança dentro das unidades prisionais.
Fonte: https://g1.globo.com











