Homem é Detido Após Agredir Menina que Defendeu Irmã de Tentativa de Estupro no Amapá

Um homem foi preso em flagrante no último domingo (3) na comunidade de Vila Vitória, localizada em Oiapoque, no extremo norte do Amapá, após agredir uma menina de 9 anos enquanto tentava estuprar sua irmã de apenas 4 anos. O incidente, que chocou a comunidade local, foi revelado pela Polícia Civil do Amapá nesta terça-feira (5).
Detalhes do Crime
Segundo informações do delegado Átila Rodrigues de Almeida, o acusado se aproximou das três irmãs, com idades de 4, 9 e 12 anos, e começou a praticar atos libidinosos na presença delas. Ao tentar agarrar a irmã mais nova, a menina de 9 anos interveio para protegê-la, resultando em uma violenta agressão por parte do suspeito.
Ação da Comunidade e Intervenção Policial
Durante a agressão, o homem golpeou a cabeça da menina repetidamente contra o tronco de uma árvore, causando sua perda de consciência. Populares que estavam nas proximidades do balneário imediatamente reagiram e conseguiram imobilizar o agressor até a chegada da Polícia Civil. Ele foi encontrado desacordado e, em razão da gravidade dos atos cometidos, foi detido em flagrante.
Assistência e Consequências Legais
Após a prisão, o suspeito recebeu atendimento médico no Hospital Estadual de Oiapoque, onde se encontrava sob custódia policial. Posteriormente, foi levado à delegacia, onde permanece detido à disposição da Justiça. Enquanto isso, as irmãs vítimas da agressão foram avaliadas e estão em casa, apresentando boas condições de saúde.
Repercussão do Caso
O caso gerou grande comoção na região, destacando a coragem da menina que se colocou em risco para proteger sua irmã. As autoridades locais reforçaram a importância de denunciar qualquer ato de violência e abuso, especialmente contra crianças, e continuam a investigar o ocorrido para garantir que medidas adequadas sejam tomadas.
A Polícia Civil do Amapá segue à disposição para prestar esclarecimentos e orientações sobre como agir em situações semelhantes, visando a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.
Fonte: https://g1.globo.com











