Rebeca Ramagem enfrenta problemas com atestado médico não reconhecido

Rebeca Ramagem enfrenta problemas com atestado médico não reconhecido

Este artigo aborda rebeca ramagem enfrenta problemas com atestado médico não reconhecido de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Contexto da situação

A situação envolvendo Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues, procuradora do Estado de Roraima, ganhou destaque após a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RR) não reconhecer um atestado médico apresentado por ela. Este documento, que é fundamental para validar a licença da servidora, foi apresentado após Rebeca ter se ausentado de duas perícias presenciais agendadas. Com a ausência do reconhecimento do atestado, a procuradora não pode formalmente justificar suas faltas, o que resultou em uma apuração administrativa interna sobre sua ausência no trabalho.

O impasse se intensificou com a solicitação de Rebeca por 78 dias de férias acumuladas, que começariam a contar a partir de 20 de fevereiro. Entretanto, existe um intervalo não justificado entre 7 de janeiro e 19 de fevereiro, período em que a procuradora não compareceu ao trabalho. Essa situação é ainda mais delicada, pois Rebeca é casada com Alexandre Ramagem, ex-deputado federal atualmente foragido nos Estados Unidos. A conexão entre os dois tem gerado um ambiente de tensão e especulação sobre possíveis motivações políticas envolvidas no caso.

Em defesa de sua posição, Rebeca Ramagem publicou um vídeo nas redes sociais afirmando ser alvo de perseguição política, ressaltando que o governo estadual teria negado a realização de sua perícia por telemedicina, além de ter suspendido arbitrariamente seu regime de teletrabalho. A PGE, por sua vez, explicou que não há estrutura legal ou técnica em Roraima para conduzir avaliações de capacidade de trabalho de forma online, o que resultou na exigência de presença física da procuradora nas perícias.

Decisão da PGE-RR sobre o atestado médico

A Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR) decidiu não reconhecer o atestado médico apresentado pela procuradora Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues. A negativa se baseou no fato de que a servidora não compareceu a duas perícias presenciais agendadas para validar sua licença médica. Sem a validação do atestado, Rebeca não esteve oficialmente afastada de suas funções, o que gerou uma apuração administrativa interna sobre suas ausências.

Com o término do prazo para a apresentação do atestado e sem a devida validação pela junta médica, Rebeca Ramagem decidiu solicitar 78 dias de férias acumuladas, que têm início a partir de hoje, 20 de janeiro. Contudo, a situação ainda deixa em aberto um período entre 7 de janeiro e 19 de fevereiro, que a procuradora precisará justificar para a PGE-RR, uma vez que não há respaldo formal para sua ausência no trabalho.

Enquanto isso, Rebeca utilizou suas redes sociais para relatar que se sente alvo de perseguição política, afirmando que a negativa para a realização da perícia por telemedicina e a suspensão do seu regime de teletrabalho foram atos arbitrários do governo estadual. A Secretaria de Gestão Estratégica e Administração (Segad) respondeu que, atualmente, Roraima não possui a infraestrutura técnica ou normativa para realizar avaliações médicas remotamente, justificando a exigência de comparecimento físico nas perícias.

Impactos administrativos da ausência

A ausência da procuradora Rebeca Ramagem em eventos administrativos essenciais, como as perícias médicas, gera repercussões significativas na estrutura da Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR). Sem a validação do atestado médico apresentado, a servidora não está formalmente afastada, o que implica em uma apuração interna sobre sua falta. Essa situação deixa um hiato entre os dias 7 de janeiro e 19 de fevereiro que precisa ser justificado, o que pode afetar sua reputação e carreira dentro do órgão.

Além das implicações pessoais, a ausência representa um desafio logístico para a PGE-RR que, ao não reconhecer o atestado, precisa avaliar o impacto de uma procuradora não atuante em suas funções. A ausência prolongada pode sobrecarregar outros membros da equipe, comprometendo a eficiência dos serviços prestados pela instituição. A PGE já documentou que Rebeca não atua em regime remoto há mais de cinco anos, o que dificulta ainda mais a situação administrativa e a redistribuição de tarefas.

A situação é ainda mais complexa considerando que Rebeca Ramagem alega ser alvo de perseguição política, o que pode influenciar a percepção pública sobre o caso e a própria imagem da PGE-RR. Em um contexto onde a confiança nas instituições é primordial, a resolução deste impasse se torna urgente para evitar que a situação se agrave e gere mais controvérsias, prejudicando tanto a procuradora quanto a administração pública.

Reação de Rebeca Ramagem e alegações de perseguição

Rebeca Ramagem, procuradora do Estado de Roraima, reagiu publicamente à negativa do reconhecimento de seu atestado médico pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RR). Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela alegou ser alvo de perseguição política, citando a recusa do governo estadual em permitir que sua perícia médica fosse realizada por telemedicina, além da suspensão de seu regime de teletrabalho. A procuradora enfatizou que essas ações foram tomadas de maneira arbitrária, prejudicando sua capacidade de apresentar a documentação necessária para justificar suas ausências.

A Secretaria de Gestão Estratégica e Administração (Segad) respondeu às alegações de Ramagem, explicando que não existe legislação ou estrutura técnica em Roraima que permita a realização de perícias médicas online. Por essa razão, foi exigido que a procuradora comparecesse presencialmente a duas avaliações, das quais ela não participou. Além disso, a PGE-RR esclareceu que Rebeca não atua em regime de teletrabalho desde 2020, quando ela mesma solicitou sua transferência para Brasília, tornando sua presença física obrigatória.

A procuradora também levantou a questão da desigualdade em relação ao tratamento dos colegas, indicando que um terço dos procuradores de Roraima ainda trabalha remotamente. A PGE-RR, no entanto, afirmou que as regras do teletrabalho estão em revisão e que novos pedidos de adesão foram suspensos. A situação gera um clima de tensão e incerteza, não apenas para Rebeca Ramagem, mas também para o corpo de procuradores, que se vê em meio a mudanças na política de trabalho remoto.

Informações sobre o regime de trabalho da procuradora

Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues, procuradora do Estado de Roraima, não atua em regime de teletrabalho desde agosto de 2020, quando solicitou o cancelamento dessa modalidade. Na mesma oportunidade, ela pediu a transferência para a unidade da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em Brasília, onde sua presença física se tornou obrigatória. Desde então, a lotação oficial de Rebeca exige que ela trabalhe presencialmente na capital federal, o que gerou questionamentos sobre sua ausência em compromissos como as perícias médicas.

A PGE-RR informou que a procuradora não compareceu a duas perícias presenciais agendadas, as quais eram necessárias para validar seu atestado médico. A ausência nos compromissos levou à apuração administrativa interna, uma vez que a procuradora não esteve formalmente afastada de suas funções. De acordo com a documentação do órgão, a situação gerou um período em aberto que Rebeca terá que justificar internamente, levantando preocupações sobre a regularidade de sua atuação.

Além disso, a PGE destacou que, diferentemente do que Rebeca alega, não houve suspensão arbitrária do regime de teletrabalho, já que essa modalidade foi cancelada a pedido da própria procuradora. A Secretaria de Gestão Estratégica e Administração (Segad) também esclareceu que Roraima não dispõe de uma estrutura legal para realizar avaliações de capacidade de trabalho online, exigindo, portanto, a presença física da servidora nas perícias.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *