Suspeito de esfaquear ex-mulher se entrega à polícia no Acre

Suspeito de esfaquear ex-mulher se entrega à polícia no Acre

Este artigo aborda suspeito de esfaquear ex-mulher se entrega à polícia no acre de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

O crime e a entrega do suspeito

Na última quarta-feira (18), José Maria Ferreira de Oliveira, de 48 anos, esfaqueou sua ex-companheira, Ocileide Alipe Coutinho, de 41 anos, na residência onde ela trabalhava em Sena Madureira, Acre. O ataque brutal resultou em 16 facadas, sendo que, apesar da gravidade, a maioria dos ferimentos foram superficiais e não atingiram órgãos vitais. Ocileide foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde permanece internada e sob acompanhamento médico. O crime ocorreu após uma discussão entre o casal, quando José Maria invadiu o local sob o pretexto de conversar.

Após o ataque, o suspeito fugiu da cena, mas se entregou à polícia na tarde seguinte, quinta-feira (19). O delegado Thiago Parente, que já havia solicitado a prisão preventiva de José Maria na madrugada de quarta, confirmou a entrega do suspeito na delegacia. 'Ele vai ficar aqui para ter a audiência de custódia amanhã [sexta, 20]', afirmou o delegado. Durante seu tempo fora, José Maria fez uma postagem em seu status do WhatsApp, onde expressou arrependimento e se despediu de amigos e familiares, o que é interpretado como uma confissão do crime.

Ocileide já havia registrado denúncias contra José Maria por lesão corporal e possuía uma medida protetiva em vigor, evidenciando um histórico de violência. A legislação brasileira prevê penalidades severas para casos de feminicídio e tentativas de feminicídio, refletindo a crescente preocupação com a segurança das mulheres. Com 14 feminicídios registrados no Acre em 2025, o caso de Ocileide ressalta a urgência na proteção de vítimas de violência doméstica.

Circunstâncias do ataque

Na última quarta-feira (18), Ocileide Alipe Coutinho, de 41 anos, foi brutalmente atacada por seu ex-companheiro, José Maria Ferreira de Oliveira, de 48 anos, em sua residência em Sena Madureira, no Acre. O crime ocorreu quando José Maria se apresentou no local sob a alegação de querer conversar, mas rapidamente a situação se transformou em um ataque violento, resultando em 16 facadas na vítima. Os gritos de Ocileide alarmaram a dona da casa, que tentou intervir e conter o agressor temporariamente, mas ele conseguiu escapar antes que a polícia chegasse ao local.

De acordo com informações da polícia, a maioria dos ferimentos sofridos por Ocileide foram superficiais, com destaque para cortes no braço e na região abdominal. No entanto, duas das facadas foram mais profundas, embora não tenham atingido órgãos vitais, o que possibilitou que a vítima recebesse atendimento médico a tempo. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde permanece internada e sob observação.

É importante ressaltar que Ocileide já havia tomado medidas legais contra José Maria, tendo registrado um boletim de ocorrência por lesão corporal e obtido uma medida protetiva em vigor, que visava garantir sua segurança. Esse caso é mais um exemplo da gravidade da violência contra a mulher no Acre, que já registrou 14 feminicídios somente em 2025, evidenciando a necessidade urgente de ações efetivas para proteção e apoio às vítimas.

Estado de saúde da vítima

Ocileide Alipe Coutinho, de 41 anos, permanece internada no Hospital João Câncio Fernandes, após ter sido brutalmente esfaqueada pelo ex-marido, José Maria Ferreira de Oliveira. O ataque ocorreu na última quarta-feira, quando o suspeito desferiu 16 facadas na vítima, que, apesar da gravidade da situação, apresenta um estado de saúde considerado estável. As informações mais recentes indicam que as perfurações, embora profundas, não atingiram órgãos vitais, o que é um alívio em meio a esse trágico episódio.

Segundo a polícia, a maioria dos ferimentos foi superficial, afetando principalmente os braços e a região abdominal de Ocileide. Ela recebeu atendimento imediato do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, desde então, está sob observação médica. A equipe de saúde do hospital está monitorando sua recuperação, e a expectativa é de que ela seja ouvida ainda nesta quarta-feira, na tentativa de coletar mais informações sobre o ataque.

Além do estado de saúde, é importante ressaltar que Ocileide já havia registrado denúncias contra o ex-marido por lesão corporal e possuía uma medida protetiva em vigor, o que evidencia a gravidade da situação de violência que vinha enfrentando. A repercussão do caso reacende o debate sobre a violência doméstica no Acre, onde, em 2025, foram registrados 14 feminicídios, tornando-se um dos anos mais letais da década para mulheres no estado.

Medidas protetivas e histórico de violência

Ocileide Alipe Coutinho, de 41 anos, já havia registrado denúncias contra o ex-marido, José Maria Ferreira de Oliveira, por lesão corporal e possuía uma medida protetiva em vigor. Apesar dessa proteção legal, a vítima foi brutalmente esfaqueada, o que evidencia a fragilidade das medidas protetivas em casos de violência doméstica no Brasil. As medidas protetivas são instrumentos legais criados para garantir a segurança de vítimas de violência, permitindo que se afastem o agressor e estabeleçam restrições de contato. No entanto, a efetividade dessas medidas muitas vezes é questionada, especialmente quando o agressor não é devidamente monitorado ou quando a polícia não consegue agir rapidamente em situações de risco iminente.

O caso de Ocileide é um exemplo alarmante da escalada da violência contra a mulher, mesmo na presença de ordens judiciais. Em 2025, o Acre registrou 14 feminicídios, destacando-se como um dos anos mais letais para mulheres na região. O aumento dos índices de violência de gênero levantou discussões sobre a necessidade de um sistema mais robusto de proteção e acompanhamento das vítimas. Especialistas em direitos humanos e segurança pública defendem que as medidas protetivas devem incluir um acompanhamento mais próximo das vítimas e um sistema de alerta mais eficaz para a polícia e o Judiciário.

A situação de Ocileide também ressalta a importância de conscientizar a sociedade sobre a violência doméstica e a necessidade de apoio às vítimas. A Polícia Militar do Acre disponibiliza canais de denúncia, como os números (68) 99609-3901 e (68) 99611-3224, para que mulheres em situação de risco possam buscar ajuda. A mobilização social e a intervenção rápida das autoridades são cruciais para prevenir novos casos de violência e proteger aqueles que se encontram em situações vulneráveis.

Denúncias e apoio a vítimas de violência

As denúncias de violência contra a mulher são fundamentais para a proteção das vítimas e a prevenção de crimes mais graves, como o feminicídio. No Acre, a situação é alarmante, com 14 feminicídios registrados em 2025, tornando o estado um dos mais perigosos para mulheres nesta década. Organizações de apoio e a própria polícia incentivam que as vítimas não hesitem em se manifestar e buscar ajuda, visto que a maioria dos casos de violência doméstica é precedida por alertas que, quando ignorados, podem culminar em tragédias irreversíveis.

As vítimas de violência têm à disposição canais de denúncia, como os números da Polícia Militar do Acre, que disponibiliza linhas específicas para denúncias anônimas. Além disso, as mulheres que já possuem medidas protetivas podem contar com apoio adicional de instituições locais, que oferecem assistência psicológica, jurídica e abrigo temporário. É crucial que as mulheres se sintam seguras e amparadas ao reportar abusos, pois a denúncia é um passo essencial para romper o ciclo da violência.

Entidades como a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e centros de referência têm se mobilizado para fornecer suporte às vítimas, orientando sobre os direitos e recursos disponíveis. A sensibilização da sociedade e a educação sobre o tema também são essenciais para mudar a cultura de silêncio e impunidade que ainda permeia muitos casos de violência contra a mulher. O envolvimento da comunidade e o fortalecimento da rede de proteção são fundamentais para garantir um ambiente seguro e acolhedor para todas as mulheres.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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