I Seminário de Economia Criativa da Amazônia: Um Passo Rumo ao Desenvolvimento Sustentável

O I Seminário de Economia Criativa da Amazônia está sendo realizado em Santarém, no oeste do Pará, de 11 a 12 de outubro. Com o tema "Amazônia, território criativo!", o evento reúne artistas, empreendedores, pesquisadores e gestores públicos para discutir estratégias que promovam o desenvolvimento sustentável na região.
Objetivos e Temáticas do Seminário
O seminário visa explorar alternativas econômicas que conciliem o crescimento econômico com a preservação ambiental e a valorização dos saberes tradicionais. Essa é uma iniciativa do Instituto Território das Artes, em parceria com o Ministério da Cultura e a Rede Pará Criativo, contando com o apoio da Prefeitura de Santarém.
Palestras e Atividades Programadas
A abertura do evento será marcada por uma palestra da secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão. Durante os dois dias, especialistas de várias partes do Brasil compartilharão suas experiências sobre como transformar a riqueza cultural da floresta em oportunidades de renda para comunidades, tanto urbanas quanto rurais.
Painéis e Discussões
O cronograma inclui painéis que abordarão a atração de investimentos para negócios sustentáveis e a integração do turismo com a agenda climática. O chef Saulo Jennings também estará presente, trazendo sua vivência no empreendedorismo que valoriza ingredientes regionais.
Atividades Práticas e Expectativas
Além das discussões teóricas, o seminário oferece atividades práticas, como um workshop voltado para a produção de animação infantil, que visa integrar tecnologia, cultura e formação profissional. Essas interações práticas prometem enriquecer a experiência dos participantes.
Impacto no Desenvolvimento de Políticas Públicas
A expectativa é que o seminário não apenas fomente novas políticas públicas, mas também incentive a formação de parcerias e fortaleça redes de cooperação entre os diversos agentes envolvidos na construção de uma economia mais sustentável, alinhada às potencialidades da Amazônia.
Fonte: https://g1.globo.com











