Seis é D+ é campeão do desfile de blocos de Rio Branco

Seis é D+ é campeão do desfile de blocos de Rio Branco

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Vitória do Seis É D+ e seu enredo inspirador

A vitória do bloco Seis É D+ no desfile de blocos de Rio Branco foi marcada por um enredo profundamente inspirador, que abordou a temática da valorização da periferia. Com o título 'Favela ou Periferia: a origem não define meu futuro', o grupo trouxe à avenida uma mensagem poderosa sobre superação e orgulho, destacando que as raízes culturais das comunidades periféricas não devem ser vistas como um estigma, mas sim como um patrimônio a ser celebrado. Este enfoque não apenas ressoou com os membros do bloco, mas também com o público presente, que se emocionou com a representação da luta e da determinação dos moradores da periferia.

O desfile foi uma verdadeira ode à cultura popular, com alas e fantasias que refletiram as diversas contribuições sociais da periferia, incluindo uma homenagem ao educador Paulo Freire. O samba-enredo, que afirmava que 'Favela é o berço da cultura', ecoou no coração da plateia e reforçou a importância da educação e da cultura como pilares fundamentais para o desenvolvimento social. A apresentação do Seis É D+ se destacou por sua coesão, energia e criatividade, conquistando não apenas o júri, mas também o amor do público.

Com esta vitória, o Seis É D+ alcança seu sétimo título, consolidando-se como uma das maiores forças do carnaval local. O presidente do bloco, Cláudio Jansen, expressou a emoção coletiva da equipe, ressaltando que a vitória não é apenas um prêmio, mas uma celebração da união e do esforço conjunto. O triunfo do Seis É D+ é, portanto, um testemunho da resiliência das comunidades periféricas e um convite a todos a reconhecer e valorizar as histórias que emergem de seus contextos.

Desfile e as agremiações participantes

O desfile de blocos carnavalescos de Rio Branco, realizado na noite de terça-feira (17), foi um espetáculo vibrante que reuniu três agremiações: Seis É D+, Unidos do Fuxico e Sambase. Após um adiamento devido às chuvas, o evento teve início com o bloco Unidos do Fuxico, que apresentou um samba-enredo contagiante, mas foi o Seis É D+ que conquistou o coração do público e da comissão julgadora com seu tema 'Favela ou Periferia: a origem não define meu futuro'. O grupo, que se apresentou por último, trouxe uma performance repleta de alegorias e mensagens sociais, destacando a importância da cultura e da educação nas comunidades periféricas.

O desfile foi avaliado por uma comissão de 12 jurados, que considerou diversos critérios, como a qualidade dos carros alegóricos, a harmonia entre o samba e a bateria, e a performance da comissão de frente. O Seis É D+ se destacou não apenas pela sua apresentação, mas também pela forma como abordou questões sociais relevantes, homenageando o educador Paulo Freire com um carro alegórico que simbolizava a luta pela educação. Este ano, o bloco celebrou seu sétimo título, um feito que representa a união e o esforço de seus integrantes ao longo do ano.

Em segundo lugar, o bloco Unidos do Fuxico teve uma apresentação animada e colorida, mas não conseguiu superar o impacto do Seis É D+. O Sambase, por sua vez, fechou a competição em terceiro lugar. As premiações refletem a crescente valorização do carnaval na cidade, com R$ 20 mil para o campeão, um aumento significativo em relação ao ano anterior. O desfile, que atraiu um grande público, foi um verdadeiro espetáculo de criatividade e resistência cultural, reafirmando a força das comunidades carnavalescas de Rio Branco.

Avaliação e premiação dos blocos

A avaliação dos blocos carnavalescos de Rio Branco foi realizada por uma comissão composta por 12 jurados, que analisaram diversos aspectos das apresentações. O julgamento incluiu critérios como a qualidade dos carros alegóricos, a performance da bateria e dos instrumentos, além da força do samba-enredo e a harmonia entre ritmo e canto. Também foram levados em consideração a comissão de frente e a atuação da rainha da bateria, elementos essenciais para a animação e o brilho do desfile. Essa rigorosa avaliação é fundamental para garantir que os melhores blocos sejam reconhecidos e premiados.

O bloco Seis É D+, com seu enredo 'Favela ou Periferia: a origem não define meu futuro', conquistou o primeiro lugar, recebendo uma premiação de R$ 20 mil, um aumento significativo em relação ao ano anterior. O segundo lugar ficou com o Unidos do Fuxico, que levou para casa R$ 10 mil, enquanto o Sambase garantiu a terceira colocação, recebendo R$ 6 mil. As premiações não apenas incentivam a participação dos blocos, mas também refletem o esforço e a dedicação dos integrantes ao longo do ano, promovendo uma competição saudável e animada.

A vitória do Seis É D+ não foi apenas uma conquista financeira, mas também um símbolo de resistência e orgulho da comunidade da periferia. O presidente do bloco, Cláudio Jansen, enfatizou a importância da união entre os integrantes para alcançar esse título, reforçando a mensagem de que a favela é um berço de cultura e criatividade. Com isso, o desfile de blocos de Rio Branco se reafirma como um espaço de celebração e valorização das identidades locais, promovendo uma reflexão sobre a realidade social e as potencialidades das comunidades.

Impacto da chuva no desfile

A chuva que atingiu Rio Branco na noite de terça-feira (17) teve um impacto significativo no desfile dos blocos carnavalescos, alterando a dinâmica do evento e exigindo uma rápida adaptação por parte dos organizadores e participantes. O desfile, que deveria ocorrer na segunda-feira (16), foi adiado devido à forte precipitação, e apenas o bloco Unidos do Fuxico conseguiu se apresentar antes que a chuva se intensificasse. A interrupção ocorreu durante a preparação dos próximos blocos, levando os presidentes das agremiações a decidir pelo adiamento em uma votação realizada por volta das 19h53.

Apesar dos desafios impostos pelas condições climáticas, o desfile foi retomado na noite seguinte, com o bloco Seis É D+ fechando as apresentações. A chuva, que fez muitos foliões buscarem abrigo, não impediu que a festividade continuasse, mas trouxe à tona questões sobre a infraestrutura e a logística do evento. A organização teve que garantir que os participantes e o público estivessem seguros, enquanto os blocos se preparavam para entrar na avenida com seus enredos e fantasias. Essa situação ressaltou a resiliência dos blocos e a importância da união entre os organizadores e a comunidade.

Além do impacto imediato no desfile, a chuva também gerou um debate sobre a importância de planejamento em eventos ao ar livre. A necessidade de um plano B em situações climáticas adversas é essencial para garantir a segurança e o conforto do público. Embora a chuva tenha trazido desafios, a determinação dos blocos em superar as adversidades e o apoio da comunidade mostraram que o espírito carnavalesco de Rio Branco permanece forte, celebrando a cultura e a diversidade, independentemente das condições climáticas.

Enredos e temas dos blocos concorrentes

Os enredos dos blocos concorrentes no desfile de Rio Branco refletiram uma rica tapeçaria de temas sociais e culturais, com foco na valorização da periferia e suas contribuições para a sociedade. O bloco Seis É D+, que se consagrou campeão, trouxe o tema "Favela ou Periferia: a origem não define meu futuro", destacando a importância da cultura e da educação como pilares para a transformação social. O samba-enredo exaltou a favela como o "berço da cultura", culminando em uma apresentação vibrante que homenageou o educador Paulo Freire, reforçando a mensagem de que a educação é um caminho para a mudança.

Em segundo lugar, o bloco Unidos do Fuxico apresentou um enredo que abordou a diversidade cultural e a luta pela inclusão, com fantasias que representavam a riqueza das tradições locais. Sua apresentação trouxe um forte apelo emocional, chamando a atenção para as vozes muitas vezes silenciadas da sociedade. O Sambase, em terceiro, optou por um enredo que celebrou a história do carnaval brasileiro, enfatizando a importância do carnaval como um espaço de resistência e expressão popular, unindo passado e presente.

Os blocos foram avaliados por uma comissão de jurados que considerou não apenas a qualidade das fantasias e carros alegóricos, mas também a harmonia do samba-enredo e a performance das baterias. Essa diversidade de temas e a paixão demonstrada pelos participantes garantiram um desfile memorável, que não apenas divertiu, mas também provocou reflexões sobre a identidade e os desafios enfrentados pelas comunidades periféricas.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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