Professora assassinada em Rondônia atuava no combate à violência contra mulher

Professora assassinada em Rondônia atuava no combate à violência contra mulher

Este artigo aborda professora assassinada em rondônia atuava no combate à violência contra mulher de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Atuação no combate à violência contra mulher

A professora Juliana Santiago, que foi brutalmente assassinada em Rondônia, atuava de forma ativa no combate à violência contra a mulher. Ela trabalhava na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) em Vilhena, onde realizava o acolhimento e procedimentos relacionados a casos de violência doméstica e de gênero. Sua atuação era fundamental para dar suporte e apoio às vítimas, buscando garantir a segurança e a integridade das mulheres que sofriam violência.

Ao longo de sua carreira na Polícia Civil, Juliana exerceu diversos cargos, incluindo o de escrivã, e também atuou na Corregedoria em Porto Velho. Seu trabalho incansável e dedicado no combate à violência contra a mulher deixou uma marca positiva na comunidade e na luta por igualdade de gênero. Sua morte trágica representa uma perda irreparável para a sociedade, que perdeu não apenas uma profissional competente, mas também uma defensora incansável dos direitos das mulheres.

A morte de Juliana Santiago é um lembrete doloroso da violência que muitas mulheres enfrentam diariamente. Sua atuação corajosa e comprometida no combate à violência de gênero deve servir de inspiração para que mais pessoas se engajem nessa causa tão importante. É fundamental que a sociedade se una para combater e prevenir a violência contra a mulher, garantindo que tragédias como a que vitimou Juliana não se repitam.

Assassinato da professora

A professora Juliana Santiago, que foi brutalmente assassinada a facadas por um aluno em Porto Velho, era uma profissional dedicada ao combate à violência contra a mulher. Ela atuava diretamente no atendimento a mulheres vítimas de violência na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), em Vilhena, segundo informações do Governo de Rondônia.

Juliana trabalhava no acolhimento e nos procedimentos relacionados a casos de violência doméstica e de gênero. Com 41 anos de idade, ela exercia o cargo de escrivã na Polícia Civil e também trabalhou na Corregedoria, em Porto Velho. Sua morte ocorreu de forma trágica, após ser atacada a facadas por João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular da capital.

A principal linha de investigação aponta que o crime aconteceu após a professora ter rejeitado o aluno. João desferiu vários golpes, sendo um deles fatal ao atingir diretamente o coração de Juliana. Apesar de o agressor alegar que a faca foi entregue pela própria vítima, a delegada responsável pelo caso descartou essa versão, afirmando que não há provas que a sustentem.

Investigação e versões do crime

Após o brutal assassinato da professora Juliana Santiago, diversas versões sobre o crime surgiram durante as investigações. O principal suspeito, João Cândido da Costa Junior, afirmou em depoimento que utilizou uma faca entregue pela própria vítima. No entanto, a delegada Leisaloma Carvalho descartou essa versão, informando que não há provas que sustentem essa afirmação. Além disso, uma pessoa próxima da vítima afirmou que a faca não pertencia a Juliana, o que coloca em dúvida a declaração do suspeito.

Outra versão que foi descartada pela delegada é a de que o crime teria sido motivado por reprovação na disciplina ministrada pela professora. A investigação revelou que o aluno não tinha notas baixas que justificassem uma rejeição ou retaliação por parte da docente. A faculdade onde o crime ocorreu também tomou providências e expulsou o aluno após o assassinato, afirmando que não poderiam permitir a permanência de indivíduos de tal natureza na instituição.

Diante das diferentes versões apresentadas, as autoridades continuam a investigar o caso para esclarecer os detalhes do crime que chocou a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. A busca pela verdade e por justiça para Juliana Santiago segue em andamento, enquanto familiares, amigos e colegas de trabalho lamentam a perda da professora engajada no combate à violência contra a mulher.

Repercussão e medidas tomadas

A morte da professora Juliana Santiago em Rondônia causou grande comoção na sociedade, especialmente entre os profissionais que atuam no combate à violência contra a mulher. A repercussão do caso foi imediata, com diversas entidades e autoridades se manifestando publicamente em repúdio ao crime brutal cometido contra uma profissional tão engajada na luta pelos direitos das mulheres.

Diversas medidas foram tomadas após o assassinato de Juliana Santiago. O Governo de Rondônia se comprometeu a reforçar a segurança nas instituições de ensino e a intensificar as ações de prevenção e combate à violência de gênero. Além disso, a faculdade em que o crime ocorreu decidiu pela expulsão imediata do aluno responsável pelo assassinato, demonstrando zero tolerância a atitudes violentas e criminosas dentro de suas dependências.

A sociedade civil organizada também se mobilizou, promovendo manifestações e debates em defesa da segurança das mulheres e em memória da professora Juliana Santiago. O trágico episódio serviu como alerta para a urgência de se implementar políticas efetivas de proteção às vítimas de violência doméstica e de gênero, bem como de se combater ativamente a cultura do machismo e da impunidade.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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