PRF Combate ao Garimpo Ilegal em Roraima: Apreensões de Combustível e Dinheiro

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificou suas atividades de combate ao garimpo ilegal em Roraima, resultando em apreensões significativas na última segunda-feira, dia 30. Durante uma operação na BR-174, os agentes conseguiram confiscá-los 320 litros de combustível, além de R$ 11.150 em dinheiro, suspeitos de serem utilizados nas atividades ilegais em terras indígenas.
Detalhes da Apreensão
Os policiais deram sinal para que uma minivan parasse, mas o motorista, um homem de 49 anos, desobedeceu e iniciou uma fuga em alta velocidade por uma estrada vicinal adjacente à rodovia. Durante a perseguição, ele perdeu o controle do veículo e colidiu com um objeto, sendo posteriormente capturado ao tentar escapar a pé pela mata.
Consequências Legais
Após a captura, o motorista foi detido por crime ambiental e levado à Polícia Civil para a devida responsabilização. A operação ilustra o compromisso da PRF em coibir práticas que ameaçam o meio ambiente e a integridade das comunidades indígenas na região.
Outras Apreensões em Roraima
Além da apreensão de combustível e dinheiro, a PRF também interceptou um SUV na BR-401, em Boa Vista. Durante a fiscalização, foram encontrados sete ciclomotores elétricos que haviam sido adquiridos em Lethem, na Guiana, mas que não possuíam a regularização aduaneira necessária. Os veículos foram considerados produtos de descaminho e foram encaminhados à Receita Federal.
A Luta Contra o Garimpo Ilegal
As ações da PRF em Roraima fazem parte de uma estratégia mais ampla de combate ao garimpo ilegal, que não apenas prejudica o meio ambiente, mas também coloca em risco a vida e a cultura das populações indígenas. A apreensão de quase 400 kg de mercúrio anteriormente registrada pela corporação exemplifica a gravidade da situação e a necessidade de vigilância constante.
Conclusão
As operações da PRF em Roraima são fundamentais para a preservação ambiental e para a proteção das comunidades locais. Com apreensões recentes de combustível, dinheiro e veículos irregulares, a corporação reafirma seu papel no combate a práticas ilegais que ameaçam a biodiversidade da região e os direitos dos povos indígenas.
Fonte: https://g1.globo.com





