Policial Penal Acusado de Feminicídio Tem Prisão Preventiva Ordenada em Santarém

Um caso trágico envolvendo um policial penal em Santarém, no oeste do Pará, resultou na decretação da prisão preventiva do suspeito, Renato Matos Parente, acusado de assassinar sua companheira, Carol Trinca. A decisão foi tomada pelo juiz de Direito Claytoney Passos, que estava de plantão no Fórum da Comarca local. O incidente ocorreu na madrugada do dia 19 de outubro, próximo a um viaduto na cidade.
Circunstâncias do Crime
Carol Trinca foi encontrada sem vida dentro de um veículo, com um disparo na cabeça. O principal suspeito, Renato Parente, foi localizado no banco do motorista e também apresentava um ferimento causado por arma de fogo. As evidências sugerem que ele tenha disparado contra a jovem antes de tentar tirar a própria vida.
Prisão Preventiva e Estado de Saúde
A prisão preventiva foi formalizada no dia seguinte, 20 de outubro, embora Renato esteja internado em estado crítico no Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo. Em razão de sua condição de saúde, a execução da prisão foi condicionada à sua alta médica. A delegada Andreza Sousa, responsável pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), confirmou a decisão judicial.
Atualização Médica
De acordo com boletins médicos divulgados na sexta-feira (20), Renato Matos Parente está intubado e sedado, apresentando um quadro grave, embora estável após uma cirurgia. Ele permanece sob cuidados intensivos na UTI, com monitoramento contínuo da equipe de neurocirurgia.
Impacto Familiar e Comunidade
O casal tinha uma filha de apenas cinco anos, o que aumenta a gravidade da situação, gerando preocupações sobre o bem-estar da criança. A repercussão do caso tem gerado mobilizações nas redes sociais, com muitas pessoas expressando solidariedade à família de Carol e clamando por justiça.
Considerações Finais
Este caso lamentável destaca a urgente necessidade de atenção e ações efetivas no combate à violência contra a mulher. À medida que a investigação avança, espera-se que as autoridades tomem medidas para garantir a proteção de vítimas em situações semelhantes e a responsabilização dos agressores.
Fonte: https://g1.globo.com





