Polícia descarta versão de faca entregue pela professora e expulsa aluno da faculdade

Polícia descarta versão de faca entregue pela professora e expulsa aluno da faculdade

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Descarte da versão da faca entregue pela vítima

A Polícia Civil de Rondônia descartou a versão apresentada por João Cândido da Costa Junior, suspeito de matar a professora Juliana Santiago, de que a faca usada no crime teria sido entregue pela própria vítima. Segundo a delegada Leisaloma Carvalho, não há elementos de prova que confirmem essa versão. Uma pessoa próxima da vítima afirmou que a faca utilizada no crime não pertencia a Juliana.

A delegada também descartou a versão de que o crime teria sido motivado por reprovação na disciplina ministrada pela professora. Ela ressaltou que o aluno não tinha notas baixas a ponto de ser reprovado e que não foi prejudicado por Juliana ou qualquer outro professor na faculdade. Essa versão foi totalmente descartada no inquérito policial, segundo a autoridade policial.

Com base nas investigações, a polícia concluiu que a faca não foi entregue pela vítima e que a versão sobre a reprovação na disciplina não procede. A expulsão do aluno da faculdade após o crime foi uma das medidas tomadas pela instituição para garantir a segurança e integridade de seus estudantes e colaboradores.

Motivação do crime descartada

A motivação do crime foi descartada pela Polícia Civil de Rondônia. A delegada responsável pelo caso afirmou que não há elementos de prova que confirmem a versão apresentada pelo suspeito de que a faca usada no crime teria sido entregue pela vítima, a professora Juliana Santiago. Uma pessoa próxima da vítima afirmou que a faca utilizada não pertencia a Juliana, reforçando a inconsistência da versão apresentada pelo suspeito.

Além disso, a delegada também descartou a versão de que o crime teria sido motivado por reprovação na disciplina ministrada pela professora. Segundo informações, o aluno não apresentava notas baixas a ponto de ser reprovado e não havia sido prejudicado em suas notas pela professora. Essa versão foi totalmente descartada no inquérito policial, indicando que a motivação do crime está relacionada a outro motivo.

Diante das investigações, o suspeito foi expulso da faculdade e as aulas foram retomadas após o trágico assassinato da professora. A instituição realizou uma homenagem à docente, reforçando a importância de seguir em frente e não desistir dos sonhos, em memória de Juliana Santiago.

Expulsão do aluno da faculdade

O aluno João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, suspeito de matar a professora Juliana Santiago, foi expulso da faculdade após o crime. A decisão foi tomada pelo Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) em decorrência do assassinato brutal ocorrido nas dependências da instituição.

Em entrevista ao g1, o diretor presidente da faculdade, Aparício Carvalho, declarou que a expulsão do aluno era necessária, pois não seria prudente permitir a permanência de alguém com esse comportamento no ambiente acadêmico. Após o assassinato, as aulas foram retomadas na faculdade, com uma homenagem à professora Juliana Santiago realizada pelos alunos e pela instituição.

A expulsão do aluno João Cândido da Costa Junior da faculdade foi uma medida adotada para garantir a segurança e o bem-estar da comunidade acadêmica. O caso chocou a todos e levantou debates sobre segurança nas instituições de ensino, além de destacar a importância de medidas rigorosas diante de situações de violência dentro do ambiente universitário.

Retomada das aulas e homenagem à professora

A retomada das aulas na faculdade após o trágico assassinato da professora Juliana Santiago foi marcada por uma emocionante homenagem. O Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) decidiu retomar as atividades na terça-feira (10), apenas três dias após o crime chocante que abalou a comunidade acadêmica.

Em um gesto de solidariedade e respeito à memória da docente, a instituição e os alunos se uniram em uma comovente caminhada dentro da faculdade. Munidos de velas e cartazes, os presentes prestaram suas homenagens à professora Juliana. Durante o ato, um representante leu um trecho da Bíblia e balões brancos foram soltos em sua memória.

A estudante Ronéria Sabará destacou a importância de manter vivo o legado da professora, ressaltando a mensagem de perseverança e dedicação aos sonhos deixada por Juliana. A comunidade acadêmica se uniu em um momento de luto e reflexão, reafirmando o compromisso com os valores e ideais defendidos pela docente durante sua trajetória.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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