Investigada por tráfico morre em cela no Amapá

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Detenção e investigação de Maria Rosinilda
Maria Rosinilda Pantoja Sena, de 33 anos, foi detida no dia 20 de outubro de 2023, por uma equipe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) em Igarapé da Fortaleza, Santana, no Amapá. Sua prisão ocorreu durante uma operação de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado no estado. Segundo informações da polícia, Rosinilda era investigada por seu suposto envolvimento em uma organização criminosa que atuava na distribuição de entorpecentes, especialmente na região metropolitana de Macapá.
A investigação que levou à detenção de Rosinilda estava relacionada a um servidor da Secretaria de Educação, que foi preso em outubro de 2025 ao tentar entrar com drogas em um presídio local. De acordo com o delegado Estéfano Santos, titular da Draco, a mulher foi abordada em um momento crítico, onde tentou se desfazer de um celular, indicando a possibilidade de estar envolvida em atividades ilícitas. Apesar de sua resistência inicial, os agentes conseguiram apreender o aparelho, que pode conter informações relevantes para a investigação.
Durante a abordagem, Rosinilda não apresentou sinais de mal-estar ou de ter ingerido substâncias ilegais, conforme relatado pelo delegado. Ela foi encaminhada ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do Pacoval, onde aguardava audiência de custódia. No entanto, a situação se agravou, culminando em sua morte, que está sendo investigada pela Polícia Civil, enquanto a Polícia Científica do Amapá realiza a perícia no local.
Circunstâncias da morte no Ciosp do Pacoval
Maria Rosinilda Pantoja Sena, de 33 anos, foi encontrada morta na tarde de sexta-feira (20) dentro de uma cela do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval, em Macapá. A mulher havia sido detida horas antes por uma equipe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), durante uma operação que investigava seu envolvimento com tráfico de drogas e uma organização criminosa no estado. Antes de sua detenção, ela tentou destruir um celular, ação que levantou suspeitas sobre suas intenções e atividades criminosas.
De acordo com o delegado Estéfano Santos, titular da Draco, Rosinilda não relatou nenhum mal-estar durante sua detenção e nem mesmo após ser encaminhada ao Ciosp. A equipe que a prendeu não recebeu qualquer informação sobre a ingestão de substâncias ilícitas. No entanto, após sua morte, exames mais detalhados revelaram a presença de papelotes em seu estômago, o que levanta a possibilidade de que ela pudesse ter ingerido drogas antes da prisão, embora ainda não se saiba se eram realmente entorpecentes ou qualquer outro material.
A morte de Maria Rosinilda foi confirmada pela equipe de plantão do Ciosp, que foi acionada para verificar a situação da detida. O caso está sob investigação da Polícia Civil, e a Polícia Científica do Amapá (PCA) realizou a perícia no local. A determinação da causa da morte dependerá de exames necroscópicos adicionais, que deverão esclarecer se houve envolvimento de substâncias ilícitas e quais foram os fatores que culminaram no óbito da mulher.
Análise do exame necroscópico
O exame necroscópico realizado em Maria Rosinilda Pantoja Sena revelou a presença de papelotes em seu estômago, mas ainda não se sabe se esses pacotes continham drogas ou se eram outros materiais. A constatação foi feita pela Polícia Científica do Amapá, que coletou informações essenciais para a investigação em andamento. Os resultados preliminares do exame indicam que a causa da morte pode estar relacionada a essa ingestão, mas a confirmação definitiva só será possível após análises mais aprofundadas.
A ausência de sinais vitais no momento em que foi encontrada pela equipe de plantão do Ciosp do Pacoval levanta questões sobre a saúde da detida antes de sua morte. O delegado Estéfano Santos enfatizou que, em nenhum momento, Rosinilda relatou mal-estar ou a ingestão de substâncias ilícitas, o que torna o caso ainda mais intrigante. A detenção ocorreu sem incidentes significativos, e a tentativa de destruir o celular pode indicar um comportamento evasivo, mas não há evidências claras de que sua morte tenha sido imediata ou causada por uma overdose.
A investigação agora se concentra na análise dos materiais encontrados e na revisão dos procedimentos tomados durante a detenção. A Polícia Civil do Amapá prossegue com a apuração, procurando entender as circunstâncias que levaram ao óbito e se houve falhas no atendimento ou na detenção. O resultado final do exame necroscópico será crucial para elucidar não apenas a causa da morte, mas também para determinar se havia alguma relação direta com as atividades criminosas em que a mulher estava envolvida.
Repercussão e investigação policial
A morte de Maria Rosinilda Pantoja Sena, ocorrida no Ciosp do Pacoval, gerou uma intensa repercussão nas redes sociais e entre os moradores de Macapá. A suspeita de tráfico de drogas e sua ligação com uma organização criminosa chamaram a atenção da população, que clama por respostas claras sobre as circunstâncias que levaram ao óbito da mulher. O caso levanta questões sobre a segurança e a saúde dos detidos nas unidades policiais, especialmente em relação ao tratamento dado a pessoas acusadas de crimes graves como o tráfico de entorpecentes.
A Polícia Civil do Amapá já iniciou a investigação para apurar as causas da morte de Rosinilda, que foi encontrada sem sinais vitais pela equipe de plantão. De acordo com o delegado Estéfano Santos, exames necroscópicos serão fundamentais para esclarecer a situação, uma vez que foram encontrados papelotes em seu estômago. A dúvida persiste sobre a natureza desses objetos, se realmente se tratavam de drogas ou de outros materiais. A comunidade, por sua vez, aguarda um relatório que forneça clareza sobre o que ocorreu nas horas que antecederam a morte.
A situação também levanta preocupações sobre a atuação da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, que prendeu Rosinilda enquanto ela supostamente tentava se desfazer de um celular. A tentativa de destruição do aparelho foi registrada pelos policiais, mas não houve relatos de que a mulher apresentasse qualquer mal-estar antes de sua morte. A Polícia Científica do Amapá realizou a perícia no local e a remoção do corpo, e as investigações continuam, com a expectativa de que os resultados dos exames tragam mais informações sobre as condições de saúde da detida e os procedimentos seguidos pela polícia.
Fonte: https://g1.globo.com






