Investigação do MPTO sobre recursos do Igeprev em fundos ligados ao Banco Master

Este artigo aborda investigação do mpto sobre recursos do igeprev em fundos ligados ao banco master de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Investigação do MPTO
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) abriu um inquérito civil para investigar a aplicação de recursos do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev) em fundos de investimento de alto risco, incluindo possíveis aportes ligados ao Banco Master. A investigação tem como objetivo verificar se as aplicações atenderam às regras de segurança, solvência e liquidez exigidas para os recursos da previdência estadual.
A apuração está sendo conduzida pela 9ª Promotoria de Justiça da Capital, que tem a responsabilidade de proteger o patrimônio público. De acordo com o MPTO, foram identificados investimentos significativos em fundos não geridos por grandes instituições financeiras. O Ministério Público está analisando se houve concentração excessiva em determinados produtos e se as escolhas respeitaram os critérios técnicos estabelecidos na legislação dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).
Além disso, a investigação abrange o período de 2011 a 2014, no qual já foram registradas ações judiciais para recuperar valores. O MPTO solicitou ao Igeprev informações detalhadas sobre datas, valores investidos, responsáveis pelas decisões e estudos técnicos que embasaram as operações. O procedimento visa apurar possíveis responsabilidades por danos ao patrimônio previdenciário dos servidores estaduais.
Recursos do Igeprev em fundos de alto risco
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) está investigando os recursos do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev) que foram aplicados em fundos de investimento considerados de alto risco, incluindo possíveis aportes ligados ao Banco Master. A investigação tem como objetivo verificar se essas aplicações atenderam às regras de segurança, solvência e liquidez exigidas para os recursos da previdência estadual.
Segundo informações divulgadas, o MPTO identificou um volume expressivo de recursos aplicados em fundos não geridos por grandes instituições financeiras. A análise em andamento busca determinar se houve concentração relevante em determinados produtos e se as escolhas respeitaram os critérios técnicos estabelecidos na legislação que regulamenta os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).
Além disso, a investigação considera o histórico de aplicações realizadas entre 2011 e 2014, período que já resultou em ações judiciais para a recuperação de valores. O Ministério Público solicitou ao Igeprev informações detalhadas sobre datas, valores investidos, responsáveis pelas decisões e estudos técnicos que embasaram as operações. O procedimento visa apurar eventuais responsabilidades por danos ao patrimônio previdenciário dos servidores estaduais.
Possíveis aportes ligados ao Banco Master
O Ministério Público do Tocantins abriu um inquérito civil para investigar possíveis aportes do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev) em fundos de investimento ligados ao Banco Master. A investigação busca verificar se esses investimentos atenderam aos critérios de segurança, solvência e liquidez exigidos para os recursos da previdência estadual.
De acordo com a apuração da 9ª Promotoria de Justiça da Capital, o MPTO identificou um volume expressivo de recursos aplicados em fundos não geridos por grandes instituições financeiras, levantando a suspeita de concentração relevante em determinados produtos. A análise também considera se as escolhas respeitaram os critérios técnicos previstos na legislação que rege os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).
Além disso, a investigação abrange o período de 2011 a 2014, no qual já houve ações judiciais para a recuperação de valores. O Ministério Público solicitou ao Igeprev informações detalhadas sobre os investimentos realizados nesse período, incluindo datas, valores, responsáveis pelas decisões e estudos técnicos que embasaram as operações. O objetivo é apurar eventuais responsabilidades por danos ao patrimônio previdenciário dos servidores estaduais.
Aplicações atenderam às regras de segurança e solvência
A investigação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) sobre os recursos do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev) em fundos ligados ao Banco Master visa verificar se as aplicações atenderam às regras de segurança, solvência e liquidez exigidas para os recursos da previdência estadual. A análise realizada pela 9ª Promotoria de Justiça da Capital busca garantir a proteção do patrimônio público e avaliar se os investimentos foram feitos de forma adequada.
Segundo a portaria do MPTO, foi identificado um volume expressivo de recursos do Igeprev aplicados em fundos não geridos por grandes instituições financeiras, o que levantou preocupações sobre a concentração em determinados produtos e a observância dos critérios técnicos previstos na legislação dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). A investigação também abrange o período entre 2011 e 2014, que já resultou em ações judiciais para recuperar valores.
O Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev-TO) afirmou que os investimentos realizados a partir de 2015 estão de acordo com a legislação vigente, normas do Conselho Monetário Nacional e diretrizes do Banco Central. O Igeprev ressaltou que a maioria dos recursos está aplicada em instituições consideradas seguras, como o Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, e que não possui investimentos no Banco Master. Medidas administrativas e judiciais estão sendo adotadas para responsabilização e recuperação de recursos, demonstrando o compromisso do órgão com a transparência e a responsabilidade fiscal.
Histórico de aplicações entre 2011 e 2014
Durante o período de 2011 a 2014, o Igeprev realizou aplicações em fundos de investimento que agora estão sendo investigadas pelo Ministério Público do Tocantins. Essas aplicações levantaram suspeitas de alto risco, especialmente em relação aos possíveis aportes ligados ao Banco Master. O objetivo da investigação é verificar se as aplicações seguiram as normas de segurança, solvência e liquidez exigidas para os recursos da previdência estadual.
De acordo com a portaria do MPTO, foram identificados investimentos significativos em fundos geridos por instituições financeiras de menor porte. O Ministério Público está analisando se houve uma concentração excessiva em determinados produtos e se as escolhas foram feitas com base em critérios técnicos previstos na legislação dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). Além disso, a investigação abrange o histórico de aplicações realizadas nesse período, que já resultaram em ações judiciais para recuperar valores investidos de forma inadequada.
Diante das suspeitas levantadas, o MPTO solicitou ao Igeprev informações detalhadas sobre as datas, valores investidos, responsáveis pelas decisões de investimento e os estudos técnicos que embasaram as operações. O objetivo é apurar se houve eventual responsabilidade por danos ao patrimônio previdenciário dos servidores estaduais durante as aplicações feitas entre 2011 e 2014.
Posicionamento do Igeprev
Em resposta à investigação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) sobre os investimentos do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado (Igeprev) em fundos de investimento de alto risco, o Igeprev afirmou que os investimentos realizados a partir de 2015 estão em conformidade com a legislação vigente, as normas do Conselho Monetário Nacional e as diretrizes do Banco Central. Segundo o órgão, 88,12% dos recursos estão aplicados em instituições seguras, como o Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
O Igeprev ressaltou que não possui investimentos no Banco Master e que a Foco DTVM não administra atualmente nenhum fundo com participação do instituto. A instituição também destacou que os fundos mencionados na investigação correspondem ao período de 2011 a 2014, em gestão anterior, e que estão adotando medidas administrativas e judiciais para responsabilização e recuperação de recursos. O órgão reiterou seu compromisso com a transparência e a responsabilidade fiscal.
Fonte: https://g1.globo.com






