Investigação da PF na Amprev do Amapá

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Investimento suspeito de R$ 400 milhões
A investigação da Polícia Federal na Amprev do Amapá tem como foco um investimento suspeito de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master, realizado em 2024. Esse montante representa 4,7% do patrimônio líquido da previdência estadual, levantando suspeitas sobre a legalidade e transparência dessa transação.
Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 4ª Vara de Justiça Federal, com o objetivo de apurar as circunstâncias desse investimento e investigar possíveis irregularidades na aplicação dos recursos destinados à aposentadoria dos servidores do estado. A operação da PF envolve quatro mandados cumpridos na capital do estado, Macapá, contra integrantes da cúpula da Amprev, incluindo o presidente da instituição, Jocildo Silva Lemos, e dois conselheiros do comitê de investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves.
A Amprev, que conta com aproximadamente 4.704 beneficiários entre aposentados e pensionistas, está no centro das investigações que buscam esclarecer as possíveis irregularidades envolvendo esse investimento expressivo. A relação entre os envolvidos e as circunstâncias que levaram a essa aplicação de recursos suspeita serão detalhadamente analisadas pela Polícia Federal, em um desdobramento que promete trazer à tona informações importantes sobre a gestão previdenciária no estado do Amapá.
Operação da Polícia Federal
Nesta sexta-feira (6), a Polícia Federal deflagrou uma operação contra integrantes da cúpula da Amprev — Amapá Previdência, com o intuito de investigar suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos destinados à aposentadoria de servidores do estado. Os mandados de busca e apreensão têm como foco principal o investimento de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master em 2024, montante que representa 4,7% do patrimônio líquido da previdência estadual.
Os policiais federais estão cumprindo quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara de Justiça Federal, na capital do estado, Macapá. A Amprev conta com cerca de 4.704 beneficiários entre aposentados e pensionistas. Entre os alvos da operação estão o presidente da instituição, Jocildo Silva Lemos, e dois conselheiros do comitê de investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. Além disso, estão sendo realizadas buscas na própria sede da Amprev.
É importante ressaltar que Jocildo Silva Lemos foi indicado para o cargo de presidente da previdência do Amapá pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, porém Alcolumbre não está entre os investigados na operação. Em 2023, durante uma premiação, Jocildo afirmou que a nomeação foi fruto de uma indicação de Alcolumbre, destacando a confiança e a responsabilidade em entregar resultados para aqueles que confiaram em sua gestão.
Alvos da investigação
A investigação da Polícia Federal na Amprev do Amapá tem como alvos principais integrantes da cúpula da instituição. Entre os investigados estão o presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, que foi indicado para o cargo pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e dois conselheiros do comitê de investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves.
Além dos indivíduos mencionados, a própria Amprev é alvo da operação, com mandados de busca e apreensão sendo cumpridos nas dependências da instituição. A investigação tem como foco apurar suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos que deveriam ser destinados à aposentadoria dos servidores do estado. Um dos pontos centrais da investigação é o investimento de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master no ano de 2024, montante que representa 4,7% do patrimônio líquido da previdência estadual.
Com aproximadamente 4.704 beneficiários entre aposentados e pensionistas, a Amprev do Amapá é uma peça fundamental no sistema previdenciário do estado. A atuação da Polícia Federal na investigação dos dirigentes da instituição visa esclarecer as circunstâncias em torno dos investimentos realizados e garantir a transparência e lisura na gestão dos recursos previdenciários.
Indicação de presidente por Alcolumbre
A indicação do presidente da Amprev do Amapá, Jocildo Silva Lemos, pelo senador Davi Alcolumbre, tem gerado questionamentos em meio às investigações da Polícia Federal. Lemos, que não está entre os investigados na operação, foi nomeado para o cargo pelo presidente do Senado, conforme afirmou o próprio durante uma premiação em 2024.
A relação entre Alcolumbre e Lemos tem causado controvérsias, uma vez que a investigação da PF busca apurar suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos da previdência do estado. A escolha do presidente da Amprev por Alcolumbre levanta questões sobre possíveis influências políticas na gestão dos recursos previdenciários no Amapá.
Embora o senador não esteja entre os alvos da operação, a indicação de Jocildo Silva Lemos e a relação entre ambos têm sido colocadas em destaque no cenário das investigações da Polícia Federal na Amprev do Amapá. A transparência e a lisura na gestão dos recursos previdenciários tornam-se ainda mais essenciais diante das suspeitas de irregularidades levantadas pela operação em andamento.
Fonte: https://g1.globo.com





