Exposição ‘Povos da Floresta’ em Belém: cultura e memória da Amazônia

Exposição ‘Povos da Floresta’ em Belém: cultura e memória da Amazônia

Este artigo aborda exposição 'povos da floresta' em belém: cultura e memória da amazônia de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Abertura da Exposição 'Povos da Floresta'

A Exposição 'Povos da Floresta' foi aberta nesta terça-feira, dia 10, em Belém, no Museu da Imagem e do Som do Pará (MIS – Palacete Faciola). Esta mostra faz parte da programação do Festival dos Povos da Floresta e traz produções em artes visuais e audiovisual que exploram a cultura, a memória e os saberes tradicionais da Amazônia.

Com curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim e ocupação artística assinada por Nice Tupinambá, a exposição apresenta obras de artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará. O objetivo é estabelecer conexões entre diferentes territórios amazônicos por meio de narrativas que transitam entre a tradição e a contemporaneidade.

Esta etapa da exposição em Belém reúne um recorte das edições anteriores do festival, realizadas em Porto Velho, Boa Vista e Macapá, além de incluir arte local para ampliar o protagonismo de artistas do Pará e fortalecer o intercâmbio cultural entre os estados da região Norte. As obras expostas revelam uma Amazônia plural, viva e em constante transformação, convidando o público a refletir sobre identidade, pertencimento e patrimônio cultural.

Artistas do Norte reunidos em Belém

A exposição 'Povos da Floresta', em Belém, reúne artistas do Norte do Brasil em uma mostra que destaca a cultura e a memória da Amazônia. Com curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim, a exposição apresenta obras de artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, com uma ocupação artística assinada por Nice Tupinambá. O objetivo é conectar diferentes territórios amazônicos por meio de narrativas que transitam entre tradição e contemporaneidade, ampliando o diálogo sobre a diversidade cultural da região.

O evento em Belém reúne um recorte das edições anteriores do Festival dos Povos da Floresta, realizado em outras cidades da região Norte, somadas às produções locais. Dessa forma, a exposição fortalece o intercâmbio cultural entre os estados amazônicos e amplia o protagonismo de artistas paraenses. As obras expostas revelam uma Amazônia plural, viva e em constante transformação, convidando o público a refletir sobre questões de identidade, pertencimento e patrimônio cultural.

A Exposição dos Povos da Floresta em Belém estará aberta para visitação até o dia 29 de março, de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. O Festival dos Povos da Floresta é um projeto itinerante que celebra a arte como forma de resistência, sustentabilidade e valorização dos saberes tradicionais da região amazônica, sendo idealizado pela Rioterra – Centro de Inovação da Amazônia, apresentado pela Petrobras e realizado pelo Ministério da Cultura e Governo Federal.

Narrativas entre tradição e contemporaneidade

A exposição 'Povos da Floresta' em Belém proporciona um espaço para narrativas que transitam entre tradição e contemporaneidade. A proposta é conectar diferentes territórios amazônicos por meio de obras de artistas de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará, que dialogam com a cultura, a memória e os saberes tradicionais da região. A curadoria de Isabela Bastos e Lucas Baim, juntamente com a ocupação artística assinada por Nice Tupinambá, trazem uma reflexão sobre a identidade, pertencimento e patrimônio cultural da Amazônia.

Os artistas presentes na exposição revelam a diversidade e a constante transformação da Amazônia, convidando o público a refletir sobre a pluralidade da região. Por meio de diferentes linguagens artísticas, a mostra busca ampliar o protagonismo de artistas locais, fortalecendo o intercâmbio cultural entre os estados do Norte do Brasil. A Exposição dos Povos da Floresta é um convite para mergulhar na riqueza cultural e nas narrativas que permeiam a Amazônia, destacando a importância da arte como instrumento de resistência e valorização dos saberes tradicionais.

A visitação à exposição, que acontece no Museu da Imagem e do Som do Pará, é gratuita e estará aberta ao público até o dia 29 de março. Essa é uma oportunidade única para apreciar e se inspirar nas obras que representam a cultura e a memória da Amazônia, em um diálogo constante entre tradição e contemporaneidade. A Exposição dos Povos da Floresta reafirma a importância de preservar e celebrar a diversidade cultural da região, promovendo o enriquecimento e a valorização das expressões artísticas locais.

Amazônia plural e em constante transformação

A exposição 'Povos da Floresta' em Belém traz à tona a diversidade e a constante transformação da Amazônia. As obras apresentadas revelam uma região plural, repleta de vida e em constante evolução, refletindo a riqueza cultural e a diversidade de saberes tradicionais presentes na região. A proposta da mostra é conectar diferentes territórios amazônicos por meio de narrativas que transitam entre a tradição e a contemporaneidade, mostrando como a região se reinventa e se adapta ao longo do tempo.

A Amazônia é uma região de extrema importância não apenas em termos de biodiversidade, mas também de diversidade cultural. A exposição em Belém destaca a pluralidade de povos, culturas e memórias que compõem a Amazônia, convidando o público a refletir sobre questões de identidade, pertencimento e patrimônio cultural. É uma oportunidade única de mergulhar na riqueza e na complexidade dessa região tão única e especial.

A mostra 'Povos da Floresta' é um convite para explorar, compreender e celebrar a Amazônia em toda a sua diversidade e complexidade. Com obras de artistas de diferentes estados da região, a exposição destaca a vitalidade e a criatividade dos povos amazônicos, mostrando como a região se mantém viva e pulsante, apesar dos desafios e das transformações. É uma oportunidade imperdível de conhecer e se encantar com a cultura e a memória da Amazônia, em um diálogo entre tradição e contemporaneidade.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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