Buscas por desaparecidos no naufrágio do Amazonas

Buscas por desaparecidos no naufrágio do Amazonas

Este artigo aborda buscas por desaparecidos no naufrágio do amazonas de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Fatores hidrodinâmicos no Encontro das Águas

A busca pelos desaparecidos no naufrágio do Amazonas tem sido dificultada pelos fatores hidrodinâmicos do Encontro das Águas, em Manaus. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, explicou que esses fatores interferem significativamente nas operações de busca. O Encontro das Águas é um fenômeno natural famoso na região, onde os rios Negro e Solimões se encontram, porém, seguem lado a lado sem se misturarem.

Segundo o coronel Muniz, as correntes de arrasto, principalmente no Rio Solimões, e as diferenças de densidade de temperatura no local dificultam as operações de busca. Além disso, a profundidade das águas no Encontro das Águas também é um complicador para as equipes. Ele ressaltou que essa é uma das operações mais complexas enfrentadas pelo Corpo de Bombeiros, o que exige o uso de equipamentos subaquáticos como o ROV, Sonar Side Scan e Detector de Metal Próton 5 para realizar uma varredura técnica precisa.

Para auxiliar nas buscas, o Grupamento de Bombeiros Marítimo do Estado de São Paulo enviou reforço, composto por seis bombeiros militares. A expectativa é que, com a colaboração dessas equipes e o uso de tecnologia especializada, seja possível identificar o ponto exato da embarcação naufragada. O aumento das equipes de busca em superfície também está previsto nas próximas horas, caso haja a possibilidade de corpos afogados boiarem.

Operação complexa dos Bombeiros

A operação de busca pelos desaparecidos no naufrágio do Amazonas tem se mostrado extremamente complexa para os Bombeiros. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, destacou que os fatores hidrodinâmicos do Encontro das Águas, em Manaus, estão dificultando as buscas das vítimas. O fenômeno natural, onde os rios Negro e Solimões se encontram, gera mudanças de direcionamento das correntes de arrasto e diferenças de densidade de temperatura, tornando as operações mais desafiadoras.

A extensa área de busca, que já ultrapassa um trecho de mais de 10km, aliada à profundidade das águas, tem exigido um esforço significativo por parte dos Bombeiros. O coronel Muniz ressaltou que esta é uma das operações mais complexas enfrentadas pela corporação, demandando o uso de equipamentos subaquáticos avançados, como o ROV, Sonar Side Scan e Detector de Metal Próton 5, para realizar uma varredura técnica precisa e identificar o ponto exato da embarcação antes dos mergulhos.

Além disso, o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) do Estado de São Paulo enviou reforço para auxiliar nas buscas pelos desaparecidos, com uma equipe composta por seis bombeiros militares, incluindo um capitão. A colaboração de São Paulo tem sido fundamental para somar esforços e aumentar a efetividade das operações de resgate.

Reforço de São Paulo nas buscas

O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) do Estado de São Paulo enviou reforço para apoiar nas buscas pelos desaparecidos no naufrágio do Amazonas. A equipe é composta por seis bombeiros militares, incluindo um capitão. A colaboração do estado de São Paulo é fundamental para intensificar as operações de resgate e aumentar as chances de localizar as vítimas.

As equipes que atuam nas buscas contam com equipamentos subaquáticos avançados, como o ROV (veículo operado remotamente), o Sonar Side Scan e o Detector de Metal Próton 5. Esses recursos tecnológicos permitem uma varredura técnica precisa do leito do rio, auxiliando na identificação do ponto exato da embarcação naufragada antes dos mergulhos. No sábado (14), os Bombeiros informaram que conseguiram identificar a área do naufrágio com a ajuda desses equipamentos.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, destacou a importância da colaboração de São Paulo e ressaltou que os equipamentos enviados irão se somar aos recursos já utilizados. Além disso, ele explicou que, após 48 horas do naufrágio, há a possibilidade de os corpos das vítimas afogadas boiarem, o que torna crucial intensificar as buscas em superfície. A chegada do reforço de São Paulo é um passo importante nesse processo de resgate e identificação das vítimas.

Equipamentos utilizados nas operações

As buscas pelos desaparecidos no naufrágio do Amazonas estão sendo realizadas com o auxílio de diversos equipamentos especializados. Entre os equipamentos utilizados nas operações estão o ROV (veículo operado remotamente), o Sonar Side Scan e o Detector de Metal Próton 5. Esses equipamentos subaquáticos permitem uma varredura técnica precisa para identificar o ponto exato da embarcação antes dos mergulhos.

No sábado (14), os Bombeiros informaram que conseguiram identificar a área da embarcação com a ajuda desses equipamentos. Além disso, o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) do Estado de São Paulo enviou reforço para apoiar nas buscas, com uma equipe composta por seis bombeiros militares, incluindo um capitão. Os equipamentos de São Paulo se somam aos já utilizados, aumentando a eficiência das operações.

O coronel Muniz, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, explicou que após as 48 horas do naufrágio, aumenta a possibilidade de os corpos das vítimas boiarem, caso tenham sido afogados. Nesse sentido, as equipes de busca em superfície serão reforçadas. Os equipamentos especializados estão sendo fundamentais para auxiliar nas operações de busca e resgate dos desaparecidos no naufrágio do Amazonas.

Possibilidade de corpos boiarem após 48h

Após 48 horas do naufrágio da embarcação de transporte de passageiros no Amazonas, aumenta a possibilidade de os corpos das vítimas boiarem. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, destacou que essa é uma situação real e que, por esse motivo, as equipes de busca em superfície serão intensificadas.

A partir desse período de tempo, as condições naturais como a decomposição dos corpos e a formação de gases internos podem contribuir para que os corpos subam à superfície da água. Essa possibilidade torna-se mais realista após as primeiras 48 horas do acidente, o que reforça a importância de uma ação rápida e eficiente por parte dos bombeiros e equipes de resgate.

É fundamental que as buscas sejam conduzidas de forma estratégica e com o auxílio de equipamentos especializados para localizar e resgatar as vítimas desaparecidas. O trabalho conjunto entre as equipes locais e o reforço vindo do Grupamento de Bombeiros Marítimo do Estado de São Paulo é essencial para aumentar as chances de encontrar os corpos dos desaparecidos no naufrágio do Amazonas.

Identificação dos desaparecidos

A identificação dos desaparecidos no naufrágio do Amazonas é um processo complexo e desafiador. Com sete pessoas ainda desaparecidas, as equipes de resgate estão utilizando equipamentos subaquáticos avançados, como o ROV, Sonar Side Scan e Detector de Metal Próton 5, para realizar uma varredura técnica precisa e identificar o ponto exato da embarcação antes de iniciar os mergulhos. No sábado (14), os Bombeiros informaram que já identificaram a área do naufrágio, o que é crucial para o andamento das buscas.

O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) do Estado de São Paulo enviou reforço para auxiliar nas operações de busca. A equipe, composta por seis bombeiros militares, incluindo um capitão, soma esforços aos profissionais locais. A colaboração entre os estados é fundamental para ampliar as chances de localizar os desaparecidos. A utilização de equipamentos tecnológicos e a união de esforços são estratégias essenciais nesse momento delicado.

Com o passar do tempo, aumenta a possibilidade de os corpos das vítimas afogadas boiarem, o que torna essencial intensificar as buscas em superfície. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, ressaltou a importância de estar preparado para essa possibilidade e de ampliar as equipes de busca. O trabalho árduo e dedicado das equipes de resgate é fundamental para trazer respostas às famílias das vítimas e para garantir um desfecho digno para essa tragédia.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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