Aumento de síndromes respiratórias e alerta de saúde no Acre

Aumento de síndromes respiratórias e alerta de saúde no Acre

Este artigo aborda aumento de síndromes respiratórias e alerta de saúde no acre de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Registros de notificações e mortes por síndrome respiratória

O estado do Acre está enfrentando um aumento significativo no número de notificações e mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Em menos de dois meses, foram registradas 265 notificações e uma morte pela síndrome. Dois óbitos ocorreram em Feijó, sendo um por influenza A e outro por rinovírus na última semana de janeiro. Os pacientes, uma mulher de 59 anos e uma criança indígena de 6 anos, buscaram atendimento médico entre os dias 4 e 6 de janeiro.

Segundo a coordenadora do Núcleo Epidemiológico de Feijó, Elaine Souza, os exames realizados detectaram influenza e rinovírus nos casos fatais. A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) informou que o número de notificações até o último domingo é quase 100% maior do que no mesmo período do ano anterior. Dados do Boletim InfoGripe da Fiocruz mostram que o Acre contraria a tendência nacional, com um aumento nas notificações, enquanto no restante do país há uma queda.

Além do Acre, outros estados da região Norte, como Amazonas, Roraima e Rondônia, também estão em alerta devido ao aumento de casos. A vacinação contra a influenza é recomendada, especialmente para os grupos prioritários, como idosos e pessoas com comorbidades. No entanto, a cobertura vacinal no Acre está em apenas 22%, o que preocupa as autoridades de saúde. A campanha de vacinação contra a gripe ocorre em setembro no estado, e entre os principais vírus respiratórios em circulação estão a Covid-19, influenza A, adenovírus e vírus sincicial respiratório.

Alerta sobre a situação epidemiológica no estado

O estado do Acre enfrenta um aumento preocupante no número de síndromes respiratórias, com 265 notificações e uma morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em menos de dois meses. Dois óbitos foram registrados em Feijó, sendo um por influenza A e outro por rinovírus na última semana de janeiro.

Segundo a coordenadora do Núcleo Epidemiológico de Feijó, Elaine Souza, os exames detectaram influenza e rinovírus nos óbitos. A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) alerta que as notificações registradas até o último domingo são quase 100% maiores do que o mesmo período no ano anterior. O Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta que o Acre está entre os estados da região Norte com aumento, contrariando a tendência nacional de queda.

Estados como Amazonas, Roraima e Rondônia também estão em alerta devido ao aumento de casos. A vacinação contra a gripe é fundamental, especialmente para os grupos prioritários, como idosos e pessoas com comorbidades. No entanto, a cobertura vacinal no Acre está em apenas 22%, sendo que a campanha de vacinação já começou na região Norte. A Saúde ressalta a importância da imunização, já que entre os principais vírus respiratórios estão a Covid-19, influenza A, adenovírus e vírus sincicial respiratório, com muitas notificações ainda em investigação.

Vacinação contra gripe e baixa cobertura vacinal

A baixa cobertura vacinal contra a gripe tem sido motivo de preocupação no Acre, principalmente diante do aumento de síndromes respiratórias na região. Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações no estado, Renata Quiles, a cobertura vacinal atualmente está em apenas 22%. Isso representa um número muito baixo considerando a meta de vacinar 300 mil pessoas, das quais apenas 38 mil foram imunizadas dentro do grupo prioritário.

Os grupos de risco, como idosos, gestantes e crianças, são os mais vulneráveis e a procura pela vacina tem sido cada vez menor. A preocupação se intensifica diante do aumento de casos de influenza A e outros vírus respiratórios na região, que têm levado a um alto índice de internações em leitos de UTI na rede pública de saúde.

A campanha de vacinação contra a gripe no Acre ocorre no mês de setembro, devido às peculiaridades climáticas da região. No entanto, a recomendação é que as pessoas dos grupos prioritários se vacinem o mais rápido possível, a fim de se protegerem contra as síndromes respiratórias em circulação. A vacinação é uma medida essencial para prevenir complicações graves e reduzir a propagação dessas doenças no estado.

Principais vírus respiratórios em circulação

Com o aumento das síndromes respiratórias no estado do Acre, é importante destacar os principais vírus respiratórios em circulação. Além da Covid-19, que continua sendo uma preocupação constante, a influenza A tem se destacado como um dos causadores de internações e óbitos na região. Este vírus afeta pessoas de todas as idades, sendo especialmente perigoso para os grupos de risco, como idosos e indivíduos com comorbidades.

Outro vírus que tem preocupado as autoridades de saúde é o vírus sincicial respiratório (VSR), que atinge principalmente crianças pequenas. A infecção por VSR pode levar a complicações respiratórias graves em bebês e crianças, exigindo cuidados especiais e, em alguns casos, internação hospitalar.

Além da influenza A e do VSR, outros vírus respiratórios como adenovírus também estão em circulação no Acre, contribuindo para o aumento das notificações de síndromes respiratórias. É fundamental que a população esteja ciente dos sintomas dessas infecções e busque atendimento médico ao apresentar sinais de doença respiratória.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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