Assédio de ministro Buzzi: Relato no grupo de WhatsApp com esposas

Este artigo aborda assédio de ministro buzzi: relato no grupo de whatsapp com esposas de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Relato do ocorrido em viagem
Durante a viagem em janeiro deste ano à casa do ministro Marco Buzzi, nas proximidades da praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú (SC), o pai da jovem vítima de assédio relatou o ocorrido em um grupo de WhatsApp. No segundo dia da viagem, o ministro teria chamado a filha de 18 anos do casal de amigos para o mar, onde teria passado a mão nas nádegas dela. A vítima relatou à polícia que sentiu o pênis do ministro mais de uma vez durante o banho de mar.
Após o ocorrido, a jovem retornou para a casa onde estavam hospedados e contou ao pai o que havia acontecido. O pai, que estava trabalhando, conversou reservadamente com a esposa e decidiram deixar a casa do ministro sob a desculpa de uma queda da mãe dele em Curitiba. O pai enviou uma mensagem relatando o ocorrido em um grupo de WhatsApp exclusivo dos dois casais.
A vítima confiava no ministro Marco Buzzi como um 'avô e confidente' e o considerava uma influência em sua escolha de cursar direito. Antes do assédio, Buzzi questionou a jovem sobre sua orientação sexual e a aconselhou a ser menos sincera. A defesa do ministro nega as acusações e afirma que o vazamento das informações sobre o caso é um 'truque sórdido'.
Comunicação no grupo de WhatsApp
Após o ocorrido envolvendo o assédio do ministro Marco Buzzi, do STJ, a jovem vítima retornou para a casa onde estavam hospedados e encontrou-se com o pai. Ela pediu para conversar e, mesmo com o pai inicialmente ocupado com questões profissionais, acabou contando o que havia acontecido.
O pai da jovem, em seguida, conversou reservadamente com a esposa e decidiram deixar a casa do ministro sob a desculpa de que a mãe dele havia sofrido um acidente. Em seu depoimento à polícia, ele mencionou que não conseguiu falar com Buzzi naquele momento devido ao nervosismo e mal-estar físico. Posteriormente, ele enviou uma mensagem detalhando o ocorrido em um grupo de WhatsApp exclusivo dos dois casais, recebendo posteriormente ligações de telefones fixos que não atendeu.
A vítima afirmou confiar no ministro Marco Buzzi, considerando-o como um 'avô e confidente', e revelou que ele a influenciou a cursar direito. Antes do assédio, Buzzi teria questionado sobre sua orientação sexual e, após o ocorrido, aconselhou-a a ser menos sincera. A defesa do ministro negou as acusações, alegando que o vazamento de informações sobre o caso é um 'truque sórdido' e que condená-lo antes da investigação seria um retrocesso civilizacional.
Confiança quebrada
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Declaração da defesa do ministro
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