Apreensão de Pescado Ilegal no Amazonas: Mais de 16 Toneladas Destinadas a Comunidades Ribeirinhas

Apreensão de Pescado Ilegal no Amazonas: Mais de 16 Toneladas Destinadas a Comunidades Ribeirinhas

No último sábado (28), uma operação realizada pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM) resultou na apreensão de mais de 16 toneladas de pescado ilegal no interior do estado. A ação ocorreu na Base Arpão 2, nas proximidades de Coari, onde um homem foi detido por crime ambiental.

Operação e Apreensão de Peixes

A apreensão teve início durante uma abordagem de rotina ao barco denominado Princesa Carol, que partiu de Fonte Boa e tinha como destino Santarém, no Pará. Durante as inspeções, os policiais descobriram um grande volume de peixes armazenados nos porões da embarcação.

Espécies Ilegais Encontradas

Entre as espécies identificadas na carga estavam o pirarucu, o jaraqui e a aaranã. A presença desses peixes em grande quantidade levantou suspeitas, uma vez que o responsável pela carga não apresentou a documentação necessária para o transporte legal do pescado.

Consequências e Destino do Pescado

Após a apreensão, tanto o responsável pela carga quanto o pescado foram conduzidos à delegacia da Base Arpão 2. Em um gesto de solidariedade, a PMAM decidiu que o pescado confiscado seria doado a comunidades ribeirinhas de Coari, beneficiando assim a população local.

Importância da Fiscalização

A operação não apenas demonstrou a eficácia das ações de fiscalização ambiental, mas também ressaltou a necessidade de regularização no transporte de produtos pesqueiros na região. A proteção dos recursos naturais é fundamental para a preservação da biodiversidade e para a subsistência das comunidades que dependem desses recursos.

Conclusão

A apreensão de mais de 16 toneladas de pescado ilegal é um exemplo claro da atuação das autoridades na luta contra crimes ambientais. A destinação do pescado apreendido para comunidades carentes reforça a importância de ações que não apenas coíbem práticas ilegais, mas que também promovem a solidariedade e o bem-estar social.

Fonte: https://g1.globo.com

Redação - Tapajós Online

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