Amazônia Que Eu Quero Abre Debate sobre Democracia Digital e Sustentabilidade na Bioeconomia

Na última terça-feira, 13 de abril, a Fundação Rede Amazônica (FRAM) promoveu em Belém, Pará, mais uma etapa do projeto Amazônia Que Eu Quero (AMQQ). O evento, que fez parte da programação do Bioeconomy Amazon Summit (BAS), trouxe à tona o painel intitulado “Democracia Digital e os Desafios do Desenvolvimento Sustentável na Amazônia”, gerando um espaço de debate sobre a transformação digital e suas implicações na sociedade.
Importância do Debate e Compromisso Institucional
A atividade começou com uma abertura institucional que reafirmou o compromisso da FRAM em promover diálogos qualificados e uma escuta ativa diante dos desafios enfrentados pela Amazônia contemporânea. O evento ressaltou a necessidade de fortalecer a participação social e a construção coletiva de propostas que considerem as transformações econômicas, tecnológicas e socioambientais que impactam a região.
Diversidade de Participantes e Transmissão Ampliada
O encontro teve lugar no Parque da Bioeconomia e contou com a presença de uma ampla gama de participantes, incluindo estudantes, representantes da sociedade civil, profissionais do direito, especialistas em tecnologia, pesquisadores e membros do ecossistema de inovação. Para aumentar o alcance do debate, a programação foi transmitida ao vivo pelo portal g1, permitindo que mais pessoas tivessem acesso a discussões relevantes sobre desenvolvimento regional.
Um Painel Multidisciplinar com Temas Relevantes
A mesa de debate foi composta por personalidades como Domingos Daniel Moutinho da Conceição Filho, juiz federal e membro suplente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará; a advogada Bianca Ribeiro Lobato; e Marcelo Rocha de Sá, da Jambu Tecnologia e Rede Belém Aberta. Sob a mediação do jornalista Ronaldo Santos, da CBN Amazônia Belém, os participantes discutiram temas cruciais, como democracia digital, cidadania e os desafios impostos pela desinformação.
Impactos da Transformação Digital
Durante as discussões, foram abordados os efeitos da transformação digital sobre os processos democráticos e o acesso à informação, além de como isso pode ampliar a participação social em tópicos ligados ao desenvolvimento sustentável. Os palestrantes enfatizaram a importância de um diálogo intersetorial para a criação de soluções inovadoras que atendam às especificidades da Amazônia.
Reflexões sobre Inclusão e Acesso à Informação
Domingos Daniel Moutinho destacou que discutir democracia digital na Amazônia é essencial para garantir inclusão e acesso à informação de qualidade. Já Bianca Ribeiro Lobato enfatizou que, apesar do potencial da tecnologia em ampliar o acesso à informação, é necessário ter cuidado com a desinformação e promover a educação digital. Marcelo Rocha de Sá, por sua vez, ressaltou a importância de centralizar a Amazônia nas discussões sobre inovação e tecnologia.
Compromisso com a Sustentabilidade e Inovação
Integrando-se à programação do Bioeconomy Amazon Summit, o Amazônia Que Eu Quero reafirma seu papel na promoção de debates sobre desenvolvimento sustentável e bioeconomia. A iniciativa busca criar um ambiente propício para a reflexão sobre os desafios contemporâneos da região, conectando juventude, especialistas e sociedade civil em discussões que visam a construção de um futuro mais sustentável e inclusivo.
A próxima etapa do projeto será realizada em Rondônia, dando continuidade aos esforços para unir diferentes vozes em torno das oportunidades e desafios que a Amazônia enfrenta, sempre com um foco em inovação e sustentabilidade.
Fonte: https://g1.globo.com











