Advogado preso por suspeita de estupro tem registro da OAB suspenso

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Prisão em flagrante e suspensão do registro na OAB
Na última segunda-feira (16), o advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, de 42 anos, foi preso em flagrante sob a acusação de estupro e cárcere privado em um motel em Rio Branco, Acre. A situação levou à suspensão imediata de seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC). A OAB divulgou uma nota de esclarecimento informando que instaurou um processo ético-disciplinar para investigar possíveis infrações à conduta profissional do advogado, garantindo ao investigado o direito ao contraditório e à ampla defesa.
A prisão de Aluísio ocorreu após um jovem de 18 anos, de nacionalidade peruana, chamar a Polícia Militar, afirmando que estava sendo impedido de deixar o local e que havia sido abusado sexualmente. A equipe policial, ao chegar ao motel, encontrou os dois trancados no banheiro, e após tentativas frustradas de negociação, precisou arrombar a porta para libertar a vítima, que estava em estado de desespero. O advogado foi imediatamente detido e sua prisão preventiva foi decretada na audiência de custódia realizada no dia seguinte, 17 de outubro.
Além das acusações atuais, Aluísio Veras já enfrentava um processo por homicídio, relacionado à morte de um homem no mesmo motel em julho de 2025. Esse histórico levanta questões sobre a continuidade de sua atuação como advogado e a responsabilidade da OAB em zelar pela ética e pela integridade da profissão, especialmente diante de casos tão graves.
Detalhes do caso e depoimentos da vítima
O advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, de 42 anos, foi preso em flagrante na última segunda-feira (16) em um motel de Rio Branco, Acre, após um jovem peruano de 18 anos denunciar que estava sendo mantido em cárcere privado e havia sido vítima de estupro. O caso teve início quando a Polícia Militar foi acionada pelo rapaz, que relatou estar impedido de deixar o quarto. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os dois trancados no banheiro do quarto e, após tentativas frustradas de negociação, precisaram arrombar a porta para resgatar a vítima, que estava em estado visivelmente angustiado.
Durante o depoimento, o jovem afirmou que havia combinado um encontro com Aluísio por meio de um aplicativo de relacionamentos, com a intenção inicial de consumir bebidas alcoólicas. No entanto, a situação se deteriorou rapidamente, e o advogado tentou forçar uma relação sexual, levando à denúncia de abuso. O delegado Samuel Mendes relatou que a vítima estava chorando e visivelmente abalada ao ser encontrada, o que reforça a gravidade das alegações apresentadas. A prisão preventiva de Aluísio foi decretada durante a audiência de custódia realizada no dia seguinte, 17 de outubro.
Além das acusações atuais, Aluísio Veras já havia sido indiciado pela Polícia Civil por um homicídio ocorrido em julho de 2025, no mesmo motel, envolvendo a morte de David Weverton Matos Araújo. O inquérito sobre esse caso foi concluído e enviado ao Judiciário, o que levanta preocupações sobre o histórico do advogado e sua conduta. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) suspendeu o registro de Aluísio e anunciou a abertura de um processo ético-disciplinar para investigar possíveis infrações éticas, destacando a seriedade com que lida com situações que comprometem a integridade da profissão.
Histórico de indiciamento por homicídio
O advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, preso por suspeita de estupro, possui um histórico preocupante que inclui um indiciamento por homicídio. Em julho de 2025, ele foi apontado como suspeito na morte de David Weverton Matos Araújo, ocorrida em um motel na mesma cidade onde foi preso recentemente. O caso, que gerou grande repercussão, resultou na conclusão do inquérito pela Polícia Civil e no envio do processo ao Judiciário, embora a situação ainda não tenha sido judicialmente resolvida.
O indiciamento por homicídio levanta sérias questões sobre a conduta do advogado, que já estava sob a mira das autoridades antes da recente prisão por estupro e cárcere privado. Esse histórico de envolvimento em crimes violentos levanta preocupações sobre a segurança pública e a prática da advocacia, especialmente considerando a possibilidade de reincidência. O caso de Almeida Neto não só afeta sua carreira profissional, mas também suscita um debate sobre a responsabilidade ética dos profissionais do Direito em suas relações pessoais e sociais.
A gravidade das acusações contra Aluísio Veras de Almeida Neto, somadas ao seu passado criminal, tem gerado um clamor por respostas e justiça. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) já iniciou um processo ético-disciplinar, que poderá levar a sanções severas, incluindo a cassação do registro. Esse procedimento é crucial para garantir a integridade da profissão e a confiança da sociedade na atuação dos advogados, especialmente em casos tão delicados que envolvem violência e abuso.
Nota da OAB e procedimentos ético-disciplinares
Em resposta à prisão do advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) emitiu uma nota de esclarecimento destacando que o registro do profissional foi suspenso. A medida é parte do protocolo ético da entidade, que assegura a integridade da advocacia e a confiança da sociedade na profissão. A OAB/AC informou que um processo ético-disciplinar foi instaurado para investigar as possíveis infrações cometidas pelo advogado, garantindo o direito ao contraditório e à ampla defesa durante as apurações.
A nota da OAB enfatizou a seriedade com que a situação está sendo tratada, afirmando que as providências internas estão sendo adotadas com responsabilidade. O procedimento segue o que estipula o Estatuto da Advocacia, que regula a conduta dos advogados e prevê sanções para aqueles que não respeitam os princípios éticos da profissão. A entidade também se comprometeu a acompanhar o desenrolar do caso, visando não apenas a proteção dos direitos do acusado, mas também a preservação da dignidade da advocacia.
Além das implicações legais e éticas, o caso levanta questões sobre a responsabilidade dos advogados no cumprimento de suas funções. A OAB/AC tem um papel crucial na supervisão da conduta profissional e na adoção de medidas que garantam que a prática da advocacia não seja manchada por atos ilícitos. A situação de Aluísio Veras de Almeida Neto serve como um alerta sobre a importância do rigor ético e da vigilância constante dentro da profissão.
Repercussão do caso e busca por justiça
A prisão do advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, sob a suspeita de estupro e cárcere privado, gerou uma onda de indignação e repercussão nas redes sociais e na comunidade jurídica. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) rapidamente suspendeu o registro do advogado e iniciou um processo ético-disciplinar, reafirmando seu compromisso com a ética e a justiça. O caso, que chocou a opinião pública, traz à tona discussões sobre a segurança e os direitos das vítimas de crimes sexuais, além de questionamentos sobre a conduta de profissionais da lei que deveriam ser defensores dos direitos humanos.
A OAB/AC enfatizou que o procedimento de apuração seguirá rigorosamente o Estatuto da Advocacia, garantindo ao acusado o direito ao contraditório e à ampla defesa. Essa abordagem é fundamental para assegurar que a justiça seja feita, tanto para a vítima quanto para o acusado, em um processo que requer transparência e imparcialidade. A entidade também destacou a seriedade com que está tratando o caso, ressaltando a importância de uma apuração responsável dos fatos e das implicações ético-disciplinares.
Além do atual episódio, Aluísio Veras já havia sido indiciado pela morte de um jovem no mesmo motel, em um caso que ainda está sob investigação. Essa sequência de eventos levanta preocupações sobre a repetição de comportamentos violentos e a necessidade de uma resposta contundente por parte das autoridades. A sociedade civil aguarda ansiosamente por desdobramentos que não apenas busquem justiça para a vítima atual, mas que também previnam futuros abusos e reforcem a confiabilidade nas instituições que garantem a ordem e a justiça.
Fonte: https://g1.globo.com






