Acre se destaca com menor registro de afastamento por trabalho infantil

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Situação do Acre em relação ao trabalho infantil
O Acre se destaca como um dos estados com menor registro de afastamento por trabalho infantil no Brasil. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2025, o estado registrou apenas um caso de afastamento por trabalho infantil, o que o coloca em último lugar no ranking nacional. Essa baixa incidência demonstra um cenário positivo em relação à proteção das crianças e adolescentes acreanos.
Além do Acre, os estados do Amapá e Tocantins também apresentam baixos registros de afastamento por trabalho infantil na região Norte. Enquanto o Amapá registrou sete casos e Tocantins 22, outros estados como Roraima, Pará e Rondônia lideram com as maiores ocorrências na região. Esses dados indicam a necessidade de atenção e ações específicas para combater o trabalho infantil nessas localidades.
A atuação do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tem sido fundamental para o combate ao trabalho infantil no país. A implementação de estratégias como atuação orientada por dados e evidências, combate sustentável às diversas formas de trabalho infantil e fortalecimento das capacidades técnicas dos auditores-fiscais do Trabalho têm contribuído para a redução dos casos. A consolidação do Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Infantil (GMTI) também é um avanço significativo nesse sentido, promovendo uma fiscalização integrada e eficaz em todo o território nacional.
Comparação com outros estados da região Norte
O Acre se destaca na região Norte do Brasil com o menor registro de afastamento por trabalho infantil, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em comparação com outros estados da região, como Amapá e Tocantins, que apresentaram sete e 22 casos, respectivamente, o Acre registrou apenas um caso em 2025.
Por outro lado, Roraima, Pará e Rondônia lideram com as maiores ocorrências de afastamento por trabalho infantil na região Norte, com 116, 84 e 77 casos, respectivamente. Esses dados evidenciam a importância de políticas de combate ao trabalho infantil em todo o país, especialmente nas regiões com maiores índices de ocorrências.
No cenário nacional, o levantamento mostrou que, em 2025, foi registrado o melhor resultado no combate ao trabalho infantil desde 2017, com cerca de 4,3 mil crianças e adolescentes afastados dessas situações. Esses números reforçam a necessidade de ações efetivas para proteger os direitos das crianças e garantir seu pleno desenvolvimento.
Cenário nacional e avanços no combate ao trabalho infantil
O cenário nacional apresenta avanços significativos no combate ao trabalho infantil, com destaque para o registro do menor número de afastamentos por essa prática no estado do Acre. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2025, o Acre registrou apenas um caso de afastamento por trabalho infantil, colocando-o em último lugar no ranking nacional.
Além do Acre, os estados do Amapá e Tocantins também se destacaram com baixos registros de afastamento por trabalho infantil na região Norte, com sete e 22 casos, respectivamente. Por outro lado, Roraima, Pará e Rondônia lideram as ocorrências na região, com números mais elevados.
No contexto nacional, o combate ao trabalho infantil apresentou avanços, com o melhor resultado desde 2017. Cerca de 4,3 mil crianças e adolescentes foram retirados dessa situação em 2025, sendo que 80% delas estavam submetidas às piores formas de exploração. O Ministério do Trabalho destaca a atuação integrada da Auditoria Fiscal do Trabalho, baseada em quatro eixos estratégicos, como um dos principais fatores para esses avanços.
Atuação integrada do Ministério do Trabalho e Emprego
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) destaca a importância da atuação integrada na fiscalização do trabalho infantil. Segundo o órgão, a Auditoria Fiscal do Trabalho baseia seu trabalho em quatro eixos estratégicos. O primeiro deles é a atuação orientada por dados e evidências, que permite um combate mais eficaz às diversas formas de trabalho infantil.
Além disso, o MTE ressalta a importância do combate sustentável ao trabalho infantil, adotando novas metodologias e instrumentos de intervenção. O fortalecimento das capacidades técnicas dos auditores-fiscais do Trabalho também é uma prioridade, assim como o aprimoramento da gestão da Inspeção do Trabalho. Essas ações visam garantir uma atuação mais eficiente na fiscalização e combate ao trabalho infantil.
Um dos avanços destacados pelo ministério é a consolidação do Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Infantil (GMTI). Em 2025, pela primeira vez, o grupo passou a contar com uma equipe fixa de fiscalização. Essa equipe atua de forma integrada a outras políticas públicas de proteção à criança e ao adolescente, com foco nas regiões e setores econômicos mais vulneráveis à violação dos direitos das crianças. Com essa integração, o GMTI consegue realizar ações mais eficazes no combate ao trabalho infantil em todo o território nacional.
Fonte: https://g1.globo.com





