Na tarde do último domingo (1º), um grupo de crianças que brincava nas proximidades do Canal do Jandiá, localizado no bairro Pacoval, Zona Norte de Macapá, fez uma descoberta macabra: parte de uma ossada humana. O achado alarmou não apenas os pequenos, mas também os adultos que estavam por perto.
Imediatamente após o aviso sobre o ocorrido, o Corpo de Bombeiros foi acionado para a remoção dos restos mortais. A equipe utilizou três pás para retirar a ossada, que estava submersa na água e coberta por lama, evidenciando o estado avançado de decomposição em que se encontrava.
O delegado Carlos Eduardo Mazurek, que está à frente do caso, informou que apenas a parte inferior do corpo, do tronco até as coxas, foi recuperada. Ele requisitou perícias para determinar a idade, o sexo e a provável data da morte da vítima. A Polícia Civil já iniciou uma investigação para elucidar os detalhes do caso e buscar possíveis respostas para o que ocorreu.
Este incidente não é um caso isolado em Macapá. Em uma ocorrência anterior, na quarta-feira (26), moradores encontraram uma cabeça humana dentro de uma sacola plástica. Após a descoberta, os militares localizaram o corpo correspondente em uma área de pontes do bairro Congós, que estava sem a cabeça. A vítima foi identificada como Wueverton da Silva Penafort, de 27 anos, que possuía antecedentes criminais por furto e roubo.
As autoridades suspeitam que a decapitação de Wueverton possa estar ligada a conflitos entre facções criminosas e ao tráfico de drogas na região. A polícia continua a investigar ambos os casos, buscando conexões que possam ajudar a esclarecer a situação de violência e as circunstâncias por trás dessas tragédias.
A descoberta da ossada humana no Canal do Jandiá e os eventos recentes em Macapá ressaltam a necessidade urgente de medidas eficazes de segurança pública na região. A atuação rápida das autoridades é crucial para desvendar esses crimes e garantir a segurança da população, enquanto a sociedade aguarda respostas sobre a origem e a motivação por trás dessas tragédias.
Fonte: https://g1.globo.com
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