O edital Mãe Dulce, uma importante iniciativa no Amapá, tem como objetivo apoiar e fortalecer as comunidades de matriz africana. Com um total de R$ 150 mil disponíveis, a proposta é selecionar 30 projetos que valorizem a cultura afro-brasileira e promovam o bem-estar social dessas comunidades.
As inscrições para o edital estarão abertas a partir da sexta-feira, 20 de abril, e se estenderão até 20 de abril. Os interessados podem acessar o edital completo e o formulário de inscrição através da plataforma online destinada a esse fim, facilitando o acesso às informações necessárias.
Os projetos submetidos serão avaliados de acordo com critérios específicos estabelecidos no edital. O chamamento está dividido em três eixos distintos, cada um com um foco específico e valores correspondentes. Os eixos incluem a regularização de casas de terreiro, a promoção de atividades culturais como oficinas e rodas de conversa, e a manutenção ou revitalização de espaços, que abrange a compra de instrumentos e materiais necessários.
Podem participar do edital agentes culturais que residem no Amapá há pelo menos cinco anos. As inscrições estão abertas tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas, coletivos e organizações da sociedade civil, promovendo assim uma ampla participação da comunidade.
Essa iniciativa faz parte do programa Amapá Afro, que visa reunir diversas ações voltadas para a valorização da cultura negra e a promoção da igualdade racial no estado. O edital Mãe Dulce se destaca como uma ferramenta essencial para a construção de um ambiente mais justo e inclusivo.
Para ficar por dentro das últimas informações relacionadas ao edital e outras iniciativas no Amapá, é recomendável acompanhar os canais de notícias, como o g1 Amapá, que disponibiliza atualizações constantes sobre o estado.
O edital Mãe Dulce representa uma oportunidade significativa para as comunidades afro-brasileiras no Amapá. Com a destinação de recursos e a promoção da cultura, espera-se que os projetos selecionados contribuam para um fortalecimento social e cultural, refletindo a diversidade e a riqueza das tradições africanas no Brasil.
Fonte: https://g1.globo.com
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