Suspeito de atropelar e matar adolescente se entrega à polícia no Acre

Suspeito de atropelar e matar adolescente se entrega à polícia no Acre

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Apresentação do suspeito à polícia

Na manhã de quinta-feira, 19 de outubro de 2023, o motorista suspeito de atropelar e matar a jovem Wendyla Souza da Costa, de 17 anos, se entregou à Polícia Civil em Mâncio Lima, interior do Acre. Identificado apenas como João Victor, ele chegou à delegacia acompanhado de seu advogado, Vitor Silva Damaceno, e foi recebido pelo delegado responsável, José Obetânio dos Santos. Durante a apresentação, João foi ouvido e, após o depoimento, liberado, uma vez que a investigação ainda está em andamento e outros depoimentos precisam ser coletados.

No interrogatório, João Victor apresentou sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e alegou que não estava dirigindo em alta velocidade no momento do acidente, que ocorreu no bairro Guarani. Ele afirmou que a velocidade estava em torno de 40 km/h e garantiu que não havia ingerido bebidas alcoólicas. O advogado do suspeito defendeu que João não é responsável pela batida e apresentou provas que, segundo ele, corroboram a versão do cliente, reforçando que a culpa do acidente poderia recair sobre o condutor da motocicleta onde a vítima estava.

O delegado José Obetânio ressaltou a importância de verificar a existência de câmeras de segurança na área do acidente para esclarecer os fatos. Ele também destacou que outras testemunhas, incluindo o condutor da moto, ainda precisam ser ouvidas, o que é fundamental para a formação de uma convicção sólida sobre o ocorrido. A dinâmica do acidente, que resultou na morte trágica de Wendyla, ainda está sendo investigada, com o objetivo de apresentar à sociedade uma resposta justa e precisa sobre os eventos que levaram à fatalidade.

Detalhes do acidente fatal

O acidente que resultou na morte da adolescente Wendyla Souza da Costa, de 17 anos, ocorreu na madrugada da última quarta-feira, 18 de outubro, em Mâncio Lima, Acre. O incidente se deu no bairro Guarani, por volta das 4h30, quando a motocicleta em que a jovem estava na garupa colidiu com um carro conduzido por João Victor. De acordo com informações preliminares, Wendyla foi levada em estado grave ao Hospital Dr. Abel Pinheiro Maciel Filho, mas não resistiu aos ferimentos.

Relatos indicam que a motocicleta estava trafegando em direção oposta ao carro de João Victor, que alegou estar a uma velocidade de cerca de 40 km/h. Ele afirmou que não havia ingerido bebidas alcoólicas e que estava na mão de direção correta. A situação se complicou ainda mais com a fuga do condutor do veículo após a colisão, que, segundo ele, se deu por medo de represálias. A polícia, ao chegar ao local, encontrou apenas a motocicleta e a vítima, uma vez que o motorista não estava presente.

O delegado José Obetânio dos Santos informou que o caso está sendo tratado com cautela e que novas oitivas devem ser realizadas, incluindo a do condutor da motocicleta. Além disso, a polícia está em busca de gravações de câmeras de segurança que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do acidente. A investigação visa garantir que todos os fatos sejam apurados de forma justa, respeitando a memória da vítima e a integridade dos envolvidos.

Defesa do motorista e alegações

A defesa de João Victor, o motorista suspeito de atropelar a adolescente Wendyla Souza da Costa, apresentou argumentos que buscam isentar seu cliente de qualquer responsabilidade pelo acidente fatal. O advogado Vitor Silva Damaceno afirmou que o condutor não estava em alta velocidade no momento da colisão e que possui uma Carteira Nacional de Habilitação válida. Segundo Damaceno, essas evidências foram apresentadas à Polícia Civil durante o depoimento do cliente, que também negou ter ingerido bebida alcoólica antes do ocorrido.

O advogado enfatizou que a investigação deve ser conduzida de forma imparcial, com o objetivo de proteger tanto a integridade da família da vítima quanto a do seu cliente, que acredita não ser o culpado. Damaceno destacou que o condutor da motocicleta, que transportava Wendyla, pode ter contribuído para o acidente, e que a defesa trabalhará para esclarecer todos os detalhes da situação. João Victor relatou à polícia que estava na mão de direção correta e que a motocicleta teria, supostamente, provocado a batida.

Ainda segundo informações fornecidas pela defesa, João Victor fugiu do local do acidente não por culpa, mas por medo de represálias. O delegado responsável pelo caso, José Obetânio, afirmou que o inquérito ainda está em andamento e que outras testemunhas, incluindo o condutor da motocicleta, serão ouvidas. A busca por imagens de câmeras de segurança na área também está sendo considerada para elucidar os eventos que levaram à tragédia.

Depoimentos e investigações em andamento

As investigações sobre o atropelamento da adolescente Wendyla Souza da Costa, de 17 anos, seguem em andamento, com o foco na apuração das circunstâncias que levaram ao trágico acidente. O motorista suspeito, identificado como João Victor, se apresentou à polícia na manhã do dia 19 de outubro, um dia após o incidente que ocorreu em Mâncio Lima. Durante o seu depoimento, ele alegou que não estava dirigindo em alta velocidade e que possuía a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, um aspecto que pode influenciar no desfecho da investigação.

O advogado de João Victor, Vitor Silva Damaceno, reforçou a inocência do cliente, afirmando que provas foram apresentadas para sustentar a versão de que o condutor da motocicleta teria sido o responsável pela colisão. O delegado José Obetânio, que está à frente do caso, confirmou que o inquérito incluirá a oitiva de outras testemunhas, incluindo o condutor da motocicleta, que ainda não prestou depoimento. O delegado também mencionou a possibilidade de haver imagens de câmeras de segurança no local do acidente, que podem fornecer informações cruciais para a elucidação dos fatos.

João Victor, que estava acompanhado da esposa no momento do acidente, declarou que fugiu do local por medo de represálias. A polícia busca obter o laudo pericial que poderá esclarecer detalhes sobre a dinâmica do acidente. A expectativa é de que a investigação prossiga sem influências externas, conforme enfatizou o advogado, garantindo que a verdade dos fatos seja apresentada à sociedade. Com isso, as autoridades esperam não apenas esclarecer a responsabilidade pelo atropelamento, mas também prestar contas à família da vítima.

Reação da família da vítima

A família de Wendyla Souza da Costa, adolescente de 17 anos que perdeu a vida em um trágico acidente em Mâncio Lima, expressou profunda dor e indignação após a confirmação da entrega do suspeito à polícia. O tio da vítima, em entrevista, destacou que Wendyla era uma jovem cheia de sonhos e promessas, e sua morte repentina deixou um vazio imensurável na vida de todos que a conheciam. 'Ela tinha um futuro brilhante pela frente e agora tudo se perdeu. A dor é insuportável', lamentou.

Além da dor pela perda, a família também manifestou preocupação com o andamento das investigações. Eles esperam que a verdade sobre o acidente seja revelada e que justiça seja feita. O advogado do suspeito, que se apresentou à delegacia, alegou que seu cliente não teve culpa no acidente, o que gerou ainda mais revolta entre os parentes de Wendyla, que pedem por uma apuração rigorosa e imparcial. 'Queremos que todas as evidências sejam consideradas. Nossa família merece respostas', afirmou uma prima da vítima.

A comunidade local também se mobilizou em apoio à família de Wendyla, organizando vigílias e manifestações pedindo justiça. Amigos e conhecidos têm compartilhado lembranças da jovem, ressaltando seu caráter gentil e seu amor pela vida. A expectativa é de que as investigações avancem rapidamente para que a memória de Wendyla não seja esquecida e que os responsáveis pela tragédia sejam responsabilizados.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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