Eletricista morre após acidente com carro da PM em Caracaraí

Eletricista morre após acidente com carro da PM em Caracaraí

Este artigo aborda eletricista morre após acidente com carro da pm em caracaraí de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Detalhes do acidente

O acidente que resultou na morte do eletricista José Misael Alves de Sousa ocorreu na noite de domingo, 15 de outubro, por volta das 21h10, no cruzamento da Rua Estelito Lopes com a Avenida Bem Querer, em Caracaraí, Roraima. Segundo o relatório da Polícia Militar, a vítima, que estava pilotando uma motocicleta, teria atravessado a via 'de forma repentina' da direita para a esquerda, colidindo com o veículo do sargento da PM, de 37 anos. O impacto foi severo, e José Misael ficou gravemente ferido, sendo socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao hospital local, onde chegou inconsciente.

No hospital, José Misael foi diagnosticado com politraumatismo e traumatismo cranioencefálico, resultantes da colisão. Infelizmente, após horas de atendimento, ele não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira, dia 16. O segundo boletim de ocorrência, registrado posteriormente, documentou a confirmação do óbito e a comunicação à família da vítima. O sargento envolvido no acidente não foi encontrado para prestar esclarecimentos à polícia após o ocorrido.

As circunstâncias do acidente foram complicadas pela movimentação dos veículos envolvidos, que foram deslocados aproximadamente 30 metros do local da batida, o que impossibilitou a perícia técnica no local. Além disso, foi constatado que José Misael não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e que a motocicleta estava com o licenciamento atrasado desde 2023, fatores que podem complicar ainda mais a análise das responsabilidades no caso.

Circunstâncias da morte

A morte do eletricista José Misael Alves de Sousa, de 49 anos, ocorreu na madrugada desta segunda-feira, 16 de outubro, após um trágico acidente em Caracaraí, Roraima. O incidente envolveu um veículo da Polícia Militar, dirigido por um sargento de 37 anos. O acidente aconteceu por volta das 21h10 de domingo (15), no cruzamento da Rua Estelito Lopes com a Avenida Bem Querer, e resultou em ferimentos graves para a vítima, que estava em sua motocicleta no momento da colisão.

De acordo com o relatório da PM, o sargento afirmou que José Misael atravessou a via de maneira repentina, o que teria ocasionado a batida. Após o impacto, a vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao hospital em estado crítico, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu por volta da 1h15 da madrugada. A causa da morte foi identificada como politraumatismo e traumatismo cranioencefálico, sendo que ele chegou ao hospital inconsciente, conforme o primeiro boletim de ocorrência registrado.

Após a confirmação do óbito, a Polícia Militar iniciou buscas para localizar o sargento envolvido no acidente, mas ele não foi encontrado. No entanto, o primeiro boletim de ocorrência também indicou que os veículos foram movidos do local do acidente, o que impediu a perícia de ser acionada. Além disso, foi constatado que José Misael não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e que sua motocicleta estava com o licenciamento atrasado desde 2023, resultando na remoção do veículo para o pátio da corporação.

Investigação policial

A investigação policial sobre o trágico acidente que resultou na morte do eletricista José Misael Alves de Sousa, de 49 anos, está em andamento e envolve a análise minuciosa dos eventos ocorridos na noite de domingo (15). De acordo com os registros, o acidente aconteceu por volta das 21h10, no cruzamento da Rua Estelito Lopes com a Avenida Bem Querer, em Caracaraí. O sargento da Polícia Militar, que conduzia o veículo envolvido, relatou que a vítima teria atravessado a via de forma repentina, o que levou à colisão. A versão apresentada pelo policial está sendo examinada pelas autoridades, que buscam esclarecer todos os detalhes do incidente.

Além dos depoimentos, a Polícia Militar informou que procurou o sargento após a confirmação da morte de José Misael, mas ele não foi encontrado. A falta de testemunhas no local no momento do acidente complicou a investigação, e a remoção dos veículos envolvidos antes da chegada da perícia foi um fator que dificultou a coleta de evidências. A polícia ressalta a importância de informações adicionais de cidadãos que possam ter presenciado o acidente ou que tenham detalhes relevantes sobre o ocorrido.

Outro ponto que está sendo considerado na investigação é que o eletricista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sua moto estava com o licenciamento atrasado desde 2023. Esses fatores podem influenciar a análise da responsabilidade no acidente. A Polícia Civil está em busca de esclarecer todos os aspectos legais e de segurança envolvidos, e um relatório final deverá ser apresentado após a conclusão das investigações.

Condições do veículo e do motorista

O veículo envolvido no trágico acidente, um carro da Polícia Militar, estava sob a condução de um sargento que, segundo informações preliminares, não apresentou sinais de embriaguez. O relatório da PM indica que o sargento alegou que o eletricista, José Misael Alves de Sousa, teria atravessado a rua de forma repentina, o que dificultou a reação do motorista. No entanto, a condição do veículo e a velocidade em que estava trafegando não foram esclarecidas nos boletins de ocorrência, levantando questionamentos sobre a condução do automóvel em uma área residencial.

A Polícia Militar informou que, após o acidente, o carro foi movido para cerca de 30 metros do local original do impacto, o que impossibilitou a realização de uma perícia técnica detalhada para investigar as condições do veículo. Isso gera uma lacuna importante na apuração dos fatos, já que a análise do estado do carro poderia oferecer dados cruciais sobre a dinâmica do acidente, como eventuais falhas mecânicas ou manutenção irregular que pudessem ter contribuído para a colisão.

Além disso, foi constatado que o eletricista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que levanta questões sobre a legalidade da sua condução da moto. A motocicleta também apresentava o licenciamento atrasado desde 2023, o que pode ter impactado na segurança do veículo. Esses fatores combinados complicam ainda mais a análise das responsabilidades no acidente, evidenciando a necessidade de uma investigação mais aprofundada para esclarecer as circunstâncias que levaram à tragédia.

Reações da comunidade

A morte de José Misael Alves de Sousa, eletricista de 49 anos, gerou grande comoção na comunidade de Caracaraí. Moradores e amigos da vítima expressaram seu luto e indignação nas redes sociais, destacando a perda trágica de um conhecido trabalhador local. Muitos relataram que Misael era uma pessoa dedicada e querida, que sempre ajudou seus vizinhos e amigos. A notícia do acidente, envolvendo um carro da Polícia Militar, provocou questionamentos sobre a segurança nas ruas da cidade e o comportamento dos motoristas, especialmente os que estão em serviço.

A comunidade local também está se mobilizando para exigir justiça e esclarecimentos sobre o acidente. Grupos de moradores se reuniram para discutir a situação e planejar manifestações pacíficas, buscando pressionar as autoridades a investigarem o caso com rigor. A preocupação é que ocorrências como essa possam se repetir, levando a mais tragédias. Além disso, há um clamor por mais educação no trânsito e fiscalização adequada para prevenir acidentes semelhantes no futuro.

A perda de Misael não afeta apenas sua família, mas toda a comunidade, que se sente insegura após o incidente. O sentimento de impunidade e a ausência de respostas claras sobre a conduta do sargento da Polícia Militar envolvido no acidente intensificam a angústia coletiva. A população aguarda que as autoridades competentes se posicionem e que medidas sejam tomadas para garantir a segurança nas vias, evitando que novas tragédias ocorram.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *