Investigação da Polícia Federal sobre desvio de recursos públicos na BR-156 no Amapá

Este artigo aborda investigação da polícia federal sobre desvio de recursos públicos na br-156 no amapá de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Operação Pedágio: Segunda fase
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Pedágio, que tem como alvo o deputado federal Vinícius Gurgel (PL-AP) e investiga suspeitas de desvios de recursos públicos e fraudes em obras da rodovia BR-156, no Amapá. Nesta sexta-feira (13), foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar, incluindo sua residência em Macapá. Todos os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal.
Os crimes investigados pela PF nesta fase da operação incluem organização criminosa, corrupção e fraude em licitações. Na primeira fase da Operação Pedágio, realizada em 2019, foram expedidos mandados de prisão contra Fábio Vilarinho e Odnaldo de Jesus Oliveira, ex-superintendentes do órgão, por cobrança de propina e fraude em pagamentos de obras na BR-156.
A rodovia BR-156 é de extrema importância para o estado do Amapá, ligando a capital Macapá ao município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Os recursos desviados seriam destinados à pavimentação e manutenção da estrada, essenciais para a integração regional. A investigação da Polícia Federal busca esclarecer as irregularidades e responsabilizar os envolvidos nos desvios de recursos públicos na BR-156.
Crimes investigados pela PF
A Polícia Federal está investigando diversos crimes relacionados ao suposto desvio de recursos públicos na BR-156, no Amapá. Entre os crimes investigados estão organização criminosa, corrupção e fraude em licitações.
Na primeira fase da Operação Pedágio, deflagrada em 2019, foram expedidos mandados de prisão contra Fábio Vilarinho e Odnaldo de Jesus Oliveira, que ocupavam cargos na superintendência do órgão. As investigações apontaram que servidores cobravam porcentagens do valor das faturas para realizar a liquidação dos pagamentos, além de exigirem percentuais para atestar a regularidade das obras.
A BR-156 é a principal rodovia do estado do Amapá, conectando Macapá ao município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Os recursos desviados seriam destinados às obras de pavimentação e manutenção da estrada, considerada estratégica para a integração regional.
Primeira fase da operação em 2019
A primeira fase da Operação Pedágio, realizada pela Polícia Federal em 2019, teve como alvo o ex-superintendente do órgão, Fábio Vilarinho, e Odnaldo de Jesus Oliveira, que ocupava o cargo naquela época. Durante a operação, foram expedidos dois mandados de prisão contra os suspeitos.
As investigações revelaram que os servidores envolvidos no esquema cobravam entre 3% e 5% do valor das faturas para realizar a liquidação dos pagamentos relacionados às obras na BR-156. Além disso, exigiam cerca de 1% do valor de todas as faturas para atestar a regularidade das obras, configurando possíveis crimes de corrupção, fraude em licitações e organização criminosa.
É importante ressaltar que a BR-156 é uma rodovia estratégica no Amapá, conectando a capital Macapá ao município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Os recursos desviados, que deveriam ser destinados à pavimentação e manutenção da estrada, levantam preocupações sobre a integridade e transparência na aplicação dos recursos públicos na região.
Sobre a BR-156
A BR-156 é a principal rodovia do estado do Amapá, conectando a capital Macapá ao município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. A rodovia é de extrema importância para a região, sendo crucial para a integração regional e o desenvolvimento econômico local.
Os recursos públicos que teriam sido desviados da BR-156 estavam destinados a obras de pavimentação e manutenção da estrada. A investigação da Polícia Federal aponta para suspeitas de desvios de verbas, corrupção e fraudes em licitações relacionadas a essas obras. A Operação Pedágio, que está em sua segunda fase, busca esclarecer essas irregularidades e responsabilizar os envolvidos.
A primeira fase da Operação Pedágio, realizada em 2019, resultou na prisão de dois ex-superintendentes do órgão responsável pela rodovia. As investigações revelaram esquemas de cobrança de propina para a liquidação de pagamentos e atestação da regularidade das obras, evidenciando práticas ilegais que prejudicam a execução adequada das melhorias na BR-156.
Fonte: https://g1.globo.com






