Ex-reitor da UERR acusado de desvio milionário nega acusações e alega ser alvo de

Ex-reitor da UERR acusado de desvio milionário nega acusações e alega ser alvo de

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Negativa das acusações de destruição de provas

Regys Odlare Lima de Freitas, ex-reitor da Universidade Estadual de Roraima (UERR), afirmou veementemente que as acusações de destruição de provas são infundadas. Ele nega qualquer envolvimento na adulteração de dados financeiros no Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças (Fiplan).

De acordo com Regys, as acusações de que estaria alterando registros financeiros do passado são tecnicamente impossíveis, uma vez que os exercícios financeiros de 2016 a 2022 já foram auditados e encerrados, impedindo qualquer modificação retroativa. Ele ressaltou que não possui mais senhas ou acesso administrativo à universidade desde janeiro de 2024, quando deixou o cargo de reitor.

No entanto, o Ministério Público (MP) de Roraima apresentou evidências que contradizem a versão de Regys. Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), os registros no sistema começaram a ser alterados em dezembro de 2025, logo após o início dos interrogatórios policiais sobre o caso. O MP sustenta que essas alterações visavam mascarar o superfaturamento de contratos investigados.

Investigação do Gaeco contradiz versão do ex-reitor

A versão do ex-reitor da Universidade Estadual de Roraima (UERR), Regys Odlare Lima de Freitas, sobre a acusação de adulteração de dados financeiros no Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças (Fiplan) foi contestada pela investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Enquanto Regys nega a possibilidade de alterações retroativas nos exercícios financeiros, o Gaeco afirma que as modificações nos registros do sistema começaram em dezembro de 2025, logo após o início das investigações.

De acordo com o Ministério Público (MP) de Roraima, os promotores identificaram que os valores antigos estavam sendo modificados para "mascarar o superfaturamento" de contratos investigados. Apesar de Regys afirmar não possuir senhas ou acesso administrativo à universidade desde janeiro de 2024, o MP constatou que servidores continuam fazendo alterações no sistema financeiro da UERR por determinação do ex-reitor, mesmo após sua saída do cargo.

Além disso, o MP apontou que Regys teria criado um procedimento administrativo falso e retroativo, mesmo após deixar a reitoria, na tentativa de corrigir possíveis irregularidades em contratos passados. A fraude foi descoberta quando o ex-reitor entregou cópias desse processo à Polícia, alegando se tratar de uma "reconstituição de autos" que teriam desaparecido durante uma intervenção governamental. A denúncia do MP indica que a organização criminosa envolvida nos desvios milionários na UERR não se limita apenas a Regys, mas opera por meio de uma rede de servidores da universidade.

Denúncia de organização criminosa na UERR

O ex-reitor da Universidade Estadual de Roraima (UERR), Regys Odlare Lima de Freitas, está sendo acusado de participar de uma organização criminosa que estaria envolvida em um desvio milionário na instituição. Freitas negou as acusações e alegou ser alvo de uma tentativa de incriminação injusta. O Ministério Público (MP) de Roraima solicitou a prisão preventiva do ex-reitor, alegando que ele estaria destruindo provas do suposto esquema de corrupção.

Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), houve indícios de adulteração nos registros financeiros da UERR. Os promotores afirmam que as alterações nos dados começaram a ocorrer em dezembro de 2025, logo após o início das investigações policiais. Essas modificações seriam uma tentativa de encobrir o superfaturamento em contratos sob investigação.

Além de Regys, a denúncia do MP aponta que a organização criminosa envolveria uma rede de servidores da UERR que continuam em seus cargos. A universidade informou que está conduzindo sindicâncias administrativas para apurar os fatos e possíveis desvios de conduta com rigor. O atual reitor, Cláudio Travassos, afirmou desconhecer a criação de procedimentos administrativos falsos após a saída de Regys da reitoria.

Documento forjado entregue à Polícia

O ex-reitor da Universidade Estadual de Roraima (UERR), Regys Odlare Lima de Freitas, está sendo acusado de entregar à Polícia um documento forjado na tentativa de encobrir irregularidades financeiras na instituição. Segundo o Ministério Público, o documento em questão seria uma "reconstituição de autos" que teriam desaparecido dos arquivos da UERR durante uma intervenção governamental.

De acordo com as investigações, o MP descobriu que Regys teria criado um procedimento administrativo falso e retroativo após deixar o cargo de reitor. Este procedimento teria sido entregue à Polícia como uma tentativa de corrigir as irregularidades em contratos passados. No entanto, a fraude foi descoberta e anexada à denúncia contra o ex-reitor.

O atual reitor da UERR, Cláudio Travassos, afirmou desconhecer o documento forjado e enviou um ofício informando sua posição sobre o assunto. A entrega de um documento falso à Polícia pode agravar a situação de Regys Odlare Lima de Freitas, que já é alvo de um pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público de Roraima.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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