Investigação de agressão por pai contra filha em RR

Investigação de agressão por pai contra filha em RR

Este artigo aborda investigação de agressão por pai contra filha em rr de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Inquérito aberto pela Polícia Civil

A Polícia Civil (PC) abriu um inquérito para investigar o homem de 45 anos que é suspeito de agredir a própria filha de 12 anos em Boa Vista. O caso foi registrado como maus-tratos, lesão corporal e discriminação. A irmã mais velha da vítima, que também foi ameaçada, procurou a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) e solicitou uma medida protetiva de urgência contra o pai.

Segundo o relatório da polícia, o suspeito alegou que as agressões foram motivadas pelo fato da filha estar se envolvendo com outra menina na escola. A irmã mais velha das vítimas relatou à PM que o pai não permite que elas saiam sozinhas de casa e monitora todas as suas atividades. No dia do ocorrido, a adolescente foi agredida com um cinto em frente a uma câmera de segurança instalada dentro de casa. O pai chegou a enforcar a filha mais nova com o cinto, mas ela conseguiu se libertar.

A adolescente apresentava lesões pelo corpo e estava muito abalada com o ocorrido. A Polícia Militar informou que o homem se recusou a acompanhar a equipe até a delegacia, alegando ter afazeres. Como o crime não ocorreu no momento da abordagem, foi registrado apenas um boletim de ocorrência. O Conselho Tutelar está acompanhando a vítima de 12 anos, que foi encaminhada para acolhimento com familiares.

Motivações das agressões

As motivações por trás das agressões cometidas pelo pai contra a filha de 12 anos em Boa Vista, Roraima, revelam uma atitude discriminatória e violenta. Segundo relatos do suspeito à Polícia Militar, as agressões seriam uma forma de "disciplinar" a adolescente, pois ele acreditava que ela estaria se envolvendo com outra menina na escola, o que para ele seria inaceitável.

Além disso, o pai afirmou que as agressões foram motivadas pelo fato de a filha demonstrar interesse em "virar bissexual", demonstrando claramente atitudes homofóbicas e preconceituosas. A irmã mais velha da vítima também relatou à PM que o pai controla de forma excessiva a vida das filhas, não permitindo que saiam de casa sozinhas e monitorando todos os seus passos.

O relato da jovem na delegacia ainda revelou um histórico de violência doméstica por parte do pai, que já teria espancado todas as filhas e também a mãe, que trabalha em outro país. Além disso, a presença de uma arma de fogo "legalizada" na residência, usada para ameaçar as filhas, demonstra um ambiente de extrema violência e perigo para a família.

Depoimento da vítima e irmã mais velha

O depoimento da vítima de 12 anos e de sua irmã mais velha trouxe à tona detalhes chocantes sobre as agressões sofridas pelo pai. Segundo a irmã mais velha, que também foi vítima de ameaças, o pai é extremamente controlador e violento, não permitindo que saiam de casa sozinhas e monitorando todos os seus passos.

A jovem relatou à polícia que na noite do incidente, ouviu o pai ameaçar e discutir com a irmã mais nova. As agressões foram filmadas por uma câmera de segurança instalada dentro de casa, onde o pai chegou a agredir a adolescente com um cinto. Posteriormente, ele subiu para o quarto e prosseguiu com as agressões, chegando a enforcar a filha mais nova com o cinto.

Além disso, a irmã mais velha revelou que o pai é conhecido por ser agressivo e já ter espancado não só as filhas, mas também a mãe, que trabalha em outro país. Ela ainda alertou que o homem possui uma arma de fogo legalizada em casa, que já foi utilizada para ameaçar a família. Apesar do relato detalhado das agressões, a irmã mais velha optou por não representar criminalmente contra o pai.

Agressões e ameaças

A Polícia Civil de Boa Vista instaurou um inquérito para investigar um homem de 45 anos suspeito de agredir e enforcar a própria filha de 12 anos com um cinto. A irmã mais velha da vítima, que também foi ameaçada, buscou ajuda na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e solicitou uma medida protetiva de urgência contra o pai.

De acordo com o relatório policial, o suspeito alegou que as agressões foram motivadas pelo fato da adolescente estar se envolvendo com outra menina na escola, justificando que estava 'disciplinando' a jovem. A irmã mais velha relatou à polícia que o pai não permitia que as filhas saíssem sozinhas de casa e monitorava constantemente seus passos.

A jovem narrou que presenciou o pai agredindo a irmã com um cinto em frente a uma câmera de segurança dentro de casa. Após ser flagrado pelas câmeras, o agressor prosseguiu as agressões no quarto e chegou a enforcar a filha com o cinto, momento em que a vítima conseguiu se desvencilhar. A adolescente apresentava lesões pelo corpo e estava visivelmente abalada emocionalmente.

Consequências e medidas tomadas

Após a denúncia da agressão por parte do pai contra a filha de 12 anos em Boa Vista, foram tomadas medidas importantes para garantir a segurança da vítima e da família. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso, enquanto a irmã mais velha da adolescente solicitou uma medida protetiva de urgência contra o agressor. A vítima de 12 anos está sob acompanhamento do Conselho Tutelar e foi encaminhada para acolhimento com familiares.

Apesar da solicitação da medida protetiva, a irmã mais velha optou por não representar criminalmente contra o pai. Segundo relatos, o suspeito alegou que as agressões foram motivadas pelo fato da filha estar se envolvendo com outra menina na escola, o que resultou no registro do caso como maus-tratos, lesão corporal e discriminação. A adolescente apresentava lesões pelo corpo e estava visivelmente abalada com a situação.

É fundamental que casos de violência doméstica sejam investigados e as medidas necessárias sejam tomadas para garantir a proteção das vítimas. A atuação da Polícia Civil e do Conselho Tutelar nesse caso demonstra a importância de se combater e prevenir a violência contra crianças e adolescentes, garantindo que a justiça seja feita e que as vítimas recebam o apoio necessário para se recuperarem do trauma vivenciado.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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