Recontagem de votos em Manaquiri resulta na cassação de vereadores por fraude

Recontagem de votos em Manaquiri resulta na cassação de vereadores por fraude

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Fraude eleitoral leva à cassação de vereadores

A recontagem dos votos em Manaquiri resultou na cassação de vereadores por fraude eleitoral. A Justiça Eleitoral anulou os votos dos vereadores do PSD e do PL após identificar irregularidades. Mais da metade dos vereadores do município tiveram seus mandatos cassados devido à fraude.

Após a recontagem realizada no cartório eleitoral do Careiro, responsável por Manaquiri, os votos recebidos pelos candidatos do PL e PSD foram excluídos do sistema. A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se deu por entender que houve fraude à cota de gênero, com lançamento de candidatas fictícias para cumprir a exigência legal.

Com a anulação dos votos, os vereadores eleitos por cada partido tiveram seus mandatos cassados. Os novos vereadores declarados eleitos foram Aldenir Souto (MDB), Nilson Paulo (MDB), Ney Magalhães (União Brasil), Walesca Reis (PT), Joel Batista (PSDB/Cidadania) e Lúcia Matos (Republicanos). A Câmara Municipal de Manaquiri deve dar posse aos novos vereadores após notificação oficial.

Anulação dos votos e nova totalização

A anulação dos votos e nova totalização em Manaquiri foi resultado de uma investigação que apontou fraude à cota de gênero por parte dos partidos PSD e PL. Após a decisão da Justiça Eleitoral, todos os votos recebidos pelos 12 candidatos do PL e do PSD foram excluídos do sistema. A recontagem foi realizada automaticamente no cartório eleitoral do Careiro, responsável pelo município de Manaquiri.

Com a anulação dos votos, os três vereadores eleitos por cada partido tiveram seus mandatos cassados, totalizando seis vereadores afetados. Após a nova totalização, seis parlamentares foram declarados eleitos, incluindo nomes como Aldenir Souto, Nilson Paulo, Ney Magalhães, Walesca Reis, Joel Batista e Lúcia Matos. Vale ressaltar que Lúcia Matos foi a única ausente no ato de recontagem, e a Câmara Municipal de Manaquiri deve formalmente notificada para dar posse aos novos vereadores dentro de um prazo de cinco dias corridos.

Os vereadores cassados, que não apresentaram recursos dentro do prazo estipulado pelo TRE-AM, foram Bruno da Nonata, Janderli Carvalho, Érica Freitas, João Moura, Gesse Ventura e Valdemar Bandeira. Durante a abertura do ano legislativo, eles compareceram à sessão e usaram a tribuna para se defender, sendo tratados como 'injustiçados' e fazendo referências religiosas em seus discursos.

Vereadores eleitos após recontagem

Após a recontagem dos votos em Manaquiri, seis vereadores foram declarados eleitos para compor a Câmara Municipal. A decisão da Justiça Eleitoral resultou na cassação dos mandatos de mais da metade dos vereadores do município, eleitos pelo PSD e PL. Inicialmente, todos os 12 candidatos do PL e os 12 do PSD tiveram seus votos excluídos do sistema devido à fraude à cota de gênero, lançando candidatas fictícias apenas para cumprir a exigência legal de 30% das candidaturas destinadas a mulheres.

Os seis vereadores eleitos após a recontagem foram Aldenir Souto (MDB), Nilson Paulo (MDB), Ney Magalhães (União Brasil), Walesca Reis (PT), Joel Batista (PSDB/Cidadania) e Lúcia Matos (Republicanos). A vereadora Lúcia Matos foi a única ausente no ato de recontagem. O prazo para a formalização da notificação à Câmara Municipal de Manaquiri é até a próxima quinta-feira (12), e os novos vereadores terão cinco dias corridos para tomar posse.

Os seis vereadores cassados, que não apresentaram recursos dentro do prazo estipulado, são Bruno da Nonata, Janderli Carvalho e Érica Freitas do PSD, e João Moura, Gesse Ventura e Valdemar Bandeira do PL. Durante a abertura do ano legislativo, os vereadores cassados compareceram à sessão e utilizaram a tribuna para se defender, sendo tratados como 'injustiçados' em discursos marcados por referências religiosas.

Cassação dos vereadores fraudadores

A cassação dos vereadores em Manaquiri por fraude eleitoral foi resultado de uma recontagem de votos que revelou a utilização de candidaturas fictícias para cumprir a cota de gênero. A decisão da Justiça Eleitoral resultou na perda total dos votos dos 12 candidatos do PSD e os 12 do PL, levando à cassação dos mandatos de seis vereadores eleitos por esses partidos.

Os vereadores cassados são Bruno da Nonata, Janderli Carvalho, Érica Freitas pelo PSD, e João Moura, Gesse Ventura e Valdemar Bandeira pelo PL. Eles não apresentaram recursos dentro do prazo estabelecido e, portanto, devem interromper suas atividades após a comunicação formal do Juízo Eleitoral ao presidente da Câmara Municipal.

Durante a abertura do ano legislativo, os vereadores cassados compareceram à sessão e utilizaram a tribuna para se defender. Os discursos foram marcados por referências religiosas e os vereadores foram tratados como 'injustiçados'. No entanto, a decisão da Justiça Eleitoral foi mantida, e os novos vereadores eleitos precisam ser formalmente notificados e empossados dentro do prazo estabelecido.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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