Presidente da Amprev pede exoneração do cargo após investigação envolvendo Master

Presidente da Amprev pede exoneração do cargo após investigação envolvendo Master

Este artigo aborda presidente da amprev pede exoneração do cargo após investigação envolvendo master de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Motivo da exoneração

O motivo da exoneração do diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Lemos, está diretamente ligado à investigação envolvendo a empresa Banco Master. Menos de uma semana após a Amprev ser alvo de uma operação da Polícia Federal por investimentos no Banco Master, Lemos pediu sua exoneração do cargo.

Em comunicado, Lemos atribui sua saída do fundo de pensão estatal do Amapá ao seu compromisso com a instituição, com os segurados e com a 'verdade dos fatos'. Ele afirmou que o objetivo de sua renúncia é permitir que a Justiça atue com independência nas investigações para identificar os 'verdadeiros culpados'. Lemos ressaltou sua confiança na Justiça e destacou que todos os procedimentos adotados sob sua gestão observaram rigorosamente a legalidade, permitindo a identificação e responsabilização dos responsáveis pelos possíveis ilícitos.

A relação da Amprev com o Banco Master envolveu um investimento de R$ 400 milhões em ativos da instituição financeira. O Banco Master está sob investigação por suspeitas de fraudes financeiras bilionárias, gestão fraudulenta e outras irregularidades que teriam inflado artificialmente seu balanço, resultando em prejuízos ao sistema financeiro. A operação da PF contra supostas irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá resultou em mandados de busca e apreensão contra Jocildo Lemos e outros membros do comitê de investimento da Amprev. A investigação aponta que eles foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação da Amprev em letras financeiras do Banco Master, títulos usados por bancos para captar recursos.

Relação com o Banco Master

A relação da Amprev com o Banco Master tornou-se o foco de uma investigação que resultou na exoneração do diretor-presidente Jocildo Lemos. A Amprev investiu R$ 400 milhões em ativos do Banco Master, que está sendo investigado por suspeita de fraudes financeiras bilionárias, gestão fraudulenta e outras irregularidades que teriam inflado artificialmente seu balanço, causando prejuízos ao sistema financeiro.

Na última sexta-feira (6), a Polícia Federal realizou uma operação contra supostas irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá. Jocildo Lemos e outros dois membros do comitê de investimento da Amprev foram alvos de mandados de busca e apreensão em Macapá. A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação da Amprev em letras financeiras do Banco Master, títulos usados por bancos para captar recursos.

Diante do cenário de investigação e da pressão decorrente das suspeitas levantadas, Jocildo Lemos decidiu pedir exoneração do cargo de diretor-presidente da Amprev. Em comunicado, ele afirmou que a sua saída visa permitir que a Justiça atue de forma independente nas investigações, buscando identificar os verdadeiros culpados. A relação com o Banco Master se tornou um ponto crucial nesse processo de investigação que levou à renúncia de Lemos.

Operação da PF

Após a operação da Polícia Federal que investigou investimentos da Amprev no Banco Master, o diretor-presidente da instituição, Jocildo Lemos, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira (11). O comunicado de Lemos ressaltou seu compromisso com a transparência e a verdade dos fatos, permitindo que a Justiça atue de forma independente nas investigações para identificar os responsáveis.

A Amprev investiu cerca de R$ 400 milhões em ativos do Banco Master, que é alvo de investigações por suspeitas de fraudes financeiras bilionárias e gestão fraudulenta. A operação da PF realizada na última sexta-feira (6) visava apurar supostas irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá, resultando em mandados de busca e apreensão contra Jocildo Lemos e outros membros do comitê de investimento da Amprev em Macapá.

A investigação apontou que os membros do comitê foram responsáveis por votos favoráveis à aplicação de recursos da Amprev em letras financeiras do Banco Master. As letras financeiras são títulos utilizados por bancos para captar recursos, e a suspeita é de que esses investimentos tenham causado prejuízos ao sistema financeiro, resultando nas medidas tomadas pela PF.

Investigação e suspeitas

O diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Lemos, pediu exoneração do seu cargo nesta quarta-feira (11). O pedido se dá menos de uma semana depois de a empresa ser alvo de uma operação da PF (Polícia Federal) por investimentos no Banco Master.

Em comunicado, Lemos atribui a sua saída do fundo de pensão estatal do Amapá ao seu compromisso com a instituição, com os segurados e com a "verdade dos fatos". Afirmou ainda que o objetivo da sua renúncia é deixar que a Justiça atue com independência nas investigações para identificar os "verdadeiros culpados".

A Amprev investiu R$ 400 milhões em ativos do Banco Master. A instituição é investigada por suspeita de fraudes financeiras bilionárias, gestão fraudulenta e outras irregularidades que teriam inflado artificialmente seu balanço, resultando em prejuízos ao sistema financeiro. Na última sexta-feira (6), a PF realizou uma operação contra supostas irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá. Lemos e outros dois membros do comitê de investimento da Amprev foram alvos de mandados de busca e apreensão na capital amapaense, Macapá. A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação por parte da Amprev em LFs (letras financeiras) do Master. Letras financeiras são títulos usados por bancos para captar recursos — quem compra está, na prática, emprestando dinheiro à instituição.

Fonte: https://agazetadoamapa.com.br

Wilson Marinho

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