Troca de ofensas entre conselheiros do TCE-AM durante sessão ordinária

Troca de ofensas entre conselheiros do TCE-AM durante sessão ordinária

Este artigo aborda troca de ofensas entre conselheiros do tce-am durante sessão ordinária de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Discussão acalorada sobre educação pública

Durante a sessão ordinária do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), os conselheiros Ary Moutinho Jr. e Luís Fabian protagonizaram uma discussão acalorada sobre a educação pública no estado. O embate teve início quando Moutinho fez críticas a municípios que não aderiram às propostas discutidas na Corte, sugerindo que agiram corretamente ao se absterem de participar de um cenário de irregularidades na política educacional do Amazonas.

Ary Moutinho defendeu a necessidade de investigações mais profundas, sugerindo a presença de órgãos federais nas apurações e apontando a necessidade de uma devassa nos contratos firmados pela Secretaria de Educação do estado. Ele fez duras críticas e desafiou publicamente o conselheiro Luís Fabian, questionando sua autoridade moral e lançando um desafio para a quebra de sigilo fiscal e patrimonial.

Por sua vez, Luís Fabian optou por não rebater diretamente as acusações pessoais, enfatizando que a apuração de eventuais irregularidades deve ser feita pelos órgãos competentes, e não por meio de embates políticos no plenário. A discussão acalorada sobre a educação pública refletiu a tensão entre os conselheiros e levantou questões sobre a transparência e eficiência na gestão da educação no estado do Amazonas.

Pedidos de investigação e quebra de sigilo

Durante a sessão ordinária do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), os conselheiros Ary Moutinho Jr. e Luís Fabian protagonizaram um embate acalorado, marcado por pedidos de investigação e quebra de sigilo. Em seu discurso, Ary Moutinho mencionou municípios que não aderiram às propostas discutidas na Corte, elogiando sua decisão de não participar do que ele considerava um cenário de irregularidades na política educacional do estado. Ele defendeu a presença de órgãos federais nas investigações e sugeriu uma devassa nos contratos da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar do Amazonas (Seduc-AM) para esclarecer os resultados negativos da educação na região.

A tensão aumentou quando Ary Moutinho confrontou diretamente Luís Fabian, apontando responsabilidades passadas do conselheiro quando este ocupava o cargo de secretário de educação. O conselheiro desafiou publicamente a quebra de sigilo patrimonial e fiscal, colocando-se à disposição para passar pelo mesmo procedimento. Por sua vez, Luís Fabian optou por não rebater as acusações pessoais, enfatizando que a investigação de possíveis irregularidades deve ser conduzida pelos órgãos competentes, e não por questões políticas internas.

O embate entre os conselheiros do TCE-AM reflete a intensidade das discussões e divergências durante a sessão, evidenciando a importância da transparência, investigação e responsabilidade na gestão pública. A troca de acusações e desafios públicos demonstra a complexidade das questões em debate e a necessidade de ações concretas para garantir a fiscalização adequada dos recursos e o bom funcionamento das instituições responsáveis pela educação no Amazonas.

Desafio público entre conselheiros

Durante a sessão ordinária do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), os conselheiros Ary Moutinho Jr. e Luís Fabian protagonizaram um embate público ao trocarem acusações e desafios. A discussão teve início quando Moutinho fez críticas a municípios que não aderiram às propostas discutidas no tribunal, alegando irregularidades na política educacional do estado. Ele chegou a parabenizar os novos municípios ausentes e sugeriu a presença da Polícia Federal para investigar contratos na Secretaria de Educação.

O clima acirrado se intensificou quando Ary Moutinho dirigiu suas críticas diretamente a Luís Fabian, ex-secretário de educação, questionando sua autoridade moral para advertir gestores municipais e o desafiando a quebrar o sigilo patrimonial e fiscal. Fabian optou por não responder diretamente às acusações pessoais, destacando que a apuração de irregularidades deve ser feita pelos órgãos competentes, não em embates políticos. A tensão entre os conselheiros reflete a polarização e os desafios enfrentados no cenário político local.

Intervenção da presidente da sessão

Informações relevantes sobre Intervenção da presidente da sessão.

Fonte: https://g1.globo.com

Wilson Marinho

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