Idoso preso com estufa de maconha em Roraima: Alegações da Defesa e contexto do

Idoso preso com estufa de maconha em Roraima: Alegações da Defesa e contexto do

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Prisão do idoso com estufa de maconha

José de Maria Menezes da Silva, mais conhecido como "Zé Valdo", de 61 anos, foi preso em Rorainópolis com uma estufa de maconha. Sua defesa alegou que ele utilizava 20g da droga diariamente para aliviar dores nas costas. O juiz Raimundo Anastácio Carvalho decretou a prisão preventiva no domingo (1º), após a audiência de custódia. O advogado de Zé Valdo destacou que ele é um produtor rural, possuindo plantações de açaí e cupuaçu.

De acordo com a defesa, na chácara do acusado havia de 10 a 12 pés de maconha, enquanto a polícia encontrou cerca de 50 mudas. Além disso, foram apreendidos 416 gramas da droga já seca e sementes para plantio. O advogado afirmou que Zé Valdo faz uso da maconha para aliviar suas dores no corpo. A defesa alegou que as balanças de precisão encontradas eram utilizadas para medir adubos e outros produtos para suas plantações.

O juiz ressaltou que o idoso já tinha cumprido pena por tráfico de drogas anteriormente. Após a manifestação do Ministério Público pela conversão em prisão preventiva, o magistrado decretou a medida para garantir a ordem pública. A defesa entrou com pedido de liberdade provisória, enquanto Zé Valdo permanece sob custódia.

Alegações da defesa sobre o consumo diário

Durante a audiência de custódia, a defesa de José de Maria Menezes da Silva, conhecido como "Zé Valdo", alegou que o consumo diário de 20g de maconha era utilizado para aliviar dores nas costas. O advogado do acusado afirmou que ele fumava de 15 a 20 cigarros por dia devido às dores no corpo. Além disso, a defesa destacou que José é um produtor rural, tendo uma plantação de mil pés de açaí e 150 de cupuaçu.

Segundo o advogado de Zé Valdo, apesar de ter sido encontradas 50 mudas de maconha na chácara, a quantidade de plantas era menor, variando entre 10 e 12. A defesa também argumentou que as balanças de precisão apreendidas eram utilizadas para medir adubos e outros materiais agrícolas nas plantações do idoso.

O advogado ainda explicou que a prisão do idoso ocorreu após ele se recusar a vender drogas para um indivíduo, que ameaçou denunciá-lo à polícia. José Valdo, que já tinha sido condenado por tráfico de drogas no passado, teve sua prisão preventiva decretada pelo juiz Raimundo Anastácio Carvalho.

Quantidade de droga encontrada e posse irregular de arma

Durante a operação que resultou na prisão do idoso conhecido como 'Zé Valdo', foram encontrados cerca de 50 mudas de maconha em sua propriedade. No entanto, a defesa alega que a quantidade real de plantas era menor, variando entre 10 a 12 pés. Além das mudas, foram apreendidos 416 gramas da droga já seca e prensada, juntamente com sementes para plantio. O advogado do acusado afirmou que ele fazia uso da maconha para aliviar dores no corpo, consumindo entre 15 a 20 cigarros por dia.

Além do cultivo da maconha, a polícia também encontrou na propriedade do idoso apetrechos típicos de traficância, como duas balanças de precisão. A defesa justificou a presença dessas balanças, alegando que eram utilizadas para medir a quantidade de adubos e outros produtos para as outras plantações presentes na chácara. Vale ressaltar que, além das acusações relacionadas à maconha, Zé Valdo também foi detido por posse irregular de arma de fogo, embora a defesa tenha enfatizado que a arma não estava em funcionamento.

Decisão judicial e antecedentes criminais do acusado

A decisão judicial sobre o caso do idoso José de Maria Menezes da Silva, conhecido como "Zé Valdo", foi decretar sua prisão preventiva. O juiz Raimundo Anastácio Carvalho tomou essa medida no domingo (1º), após a audiência de custódia. Durante a audiência, a defesa alegou que Zé Valdo utilizava 20g de maconha por dia para aliviar dores nas costas. O advogado informou que o acusado possui uma plantação de mil pés de açaí e 150 de cupuaçu, ressaltando sua atividade como produtor rural. Além disso, foi revelado que Zé Valdo utiliza a maconha diariamente devido às dores no corpo.

Segundo informações da defesa, Zé Valdo possuía de 10 a 12 pés de maconha em sua chácara, mesmo que tenham sido encontradas cerca de 50 mudas pela Polícia Militar e pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Além do cultivo, foram apreendidos 416 gramas da droga já seca e prensada, juntamente com sementes para plantio. A defesa alegou que as balanças de precisão encontradas eram utilizadas para medir adubos e outros produtos agrícolas, não para pesar a droga.

O juiz destacou que Zé Valdo já tinha antecedentes criminais por tráfico de drogas e cumpriu pena anteriormente. Diante disso, o Ministério Público se manifestou pela conversão da prisão em preventiva. A defesa, por sua vez, solicitou a liberdade provisória, mas o magistrado considerou que a prisão preventiva era necessária para garantir a ordem pública diante do contexto do caso.

Fonte: https://g1.globo.com

Redação - Tapajós Online

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